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A música continua a ocupar um lugar central na estratégia da Vodafone em Portugal. Dos grandes festivais aos projetos de impacto social, passando pelos Prémios Play, a marca tem vindo a consolidar uma presença consistente num território que considera fundamental para criar ligações com as pessoas, as comunidades e as novas gerações.
Foi precisamente no Primavera Sound Porto, que se realizou de 11 a 13 de junho, que essa estratégia voltou a ganhar expressão. Pelo quarto ano consecutivo, a Vodafone marcou presença como patrocinadora oficial e parceira tecnológica do festival, reforçando a infraestrutura de rede móvel e fixa necessária para responder às exigências de milhares de festivaleiros num ambiente cada vez mais digital.
Mas, para a marca, a presença na música vai muito além da componente tecnológica. “Gostamos que as pessoas estejam ligadas e que partilhem esses momentos offline e online”, explicou ao Imagens de Marca Leonor Garcia Marques, diretora de Marca da Vodafone Portugal, sublinhando que o papel da operadora passa também por garantir que a experiência vivida no recinto possa ser prolongada, partilhada em tempo real e mais próxima.
Essa missão traduz-se num trabalho invisível para a maioria dos visitantes. Todos os anos, a Vodafone reforça a rede móvel, incluindo a cobertura 5G, e instala uma infraestrutura de fibra que suporta o funcionamento de várias operações do festival. A isso juntam-se pontos de carregamento de telemóveis espalhados pelo recinto, numa tentativa de garantir que a conectividade acompanha a experiência do público do primeiro ao último concerto.
Mais do que tecnologia: criar experiências e proximidade
A presença da Vodafone no Primavera Sound Porto também se materializa através de várias ativações de marca. A roda Happy Days, inspirada no programa de benefícios disponível na aplicação My Vodafone, voltou a distribuir prémios a clientes e não clientes da operadora. Smartphones, auriculares, merchandising e outros brindes ajudaram a criar filas constantes junto ao espaço da marca.
Ao mesmo tempo, a já tradicional guitarra Vodafone regressou ao recinto como um dos principais pontos de encontro dos festivaleiros e cenário para fotografias e conteúdos partilhados nas redes sociais.
São iniciativas que, segundo Leonor Garcia Marques, procuram reforçar a proximidade com o público e transformar a presença da marca numa experiência participativa, indo além da simples exposição associada ao patrocínio.
Quando a música é usada para mobilizar comunidades
Se os festivais continuam a ser uma das faces mais visíveis da ligação da Vodafone à música, o projeto Concertamos Juntos mostrou este ano uma nova dimensão dessa estratégia.
Criada na sequência da tempestade Kristin que afetou várias zonas da região Centro, a iniciativa nasceu de uma parceria entre a Vodafone, a Ritmos e outras entidades com o objetivo de apoiar os esforços de reconstrução através da música.
O projeto materializou-se em dois concertos solidários realizados nos Coliseus de Lisboa e do Porto, cujas receitas reverteram para um fundo gerido pela Cáritas Diocesana de Leiria. A iniciativa contou ainda com uma componente integrada nos Prémios Play, através da votação da Vodafone Canção do Ano.
Mais tarde, já numa fase de celebração da recuperação da região, foi promovido um concerto gratuito em Leiria, que reuniu milhares de pessoas ao longo de sete horas de programação.
No total, o projeto angariou mais de 100 mil euros para apoiar a reconstrução e mobilizou artistas, entidades públicas, parceiros privados e comunidades locais em torno de um objetivo comum. Para Leonor Garcia Marques, este foi um dos “momentos mais marcantes” da história recente da marca.
Uma ligação que atravessa gerações
A aposta da Vodafone na música não é recente. Pelo contrário, acompanha a marca há décadas, seja através dos festivais, dos artistas associados às campanhas publicitárias ou do apoio à música portuguesa através dos Prémios Play.
Segundo a responsável, a música continua a reunir um conjunto de valores que a Vodafone considera próximos da sua identidade: inovação, juventude, esperança e capacidade de mobilização.
Num contexto em que as marcas procuram cada vez mais criar relações autênticas com os seus públicos, a música mantém uma capacidade única de gerar envolvimento emocional, experiências partilhadas e sentido de comunidade.
É por isso que, para a Vodafone, a música continua a ser mais do que um território de comunicação e uma das principais formas de expressão da marca, traduzindo-se numa plataforma para construir ligações duradouras com as pessoas.
Veja a reportagem digital no vídeo acima.
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