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A opinião de Frederico Roberto
“Por toda a Humanidade”
29 de Julho de 2022
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“Por toda a Humanidade”
Frederico Roberto
Diretor Criativo Executivo da Interweave

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Terminei neste momento de ver as 3 temporadas de “For All Mankind” uma das 3 ou 4 séries originais da Apple que foram bastião aquando do lançamento da Apple TV+ há uns 3 anos ou coisa que me valha.

 

Sou maluquinho por exploração espacial e pela marca NASA (porque aquilo que significa, os valores que veicula e História que conta enquanto empresa com papel na cultura popular dos últimos 50 anos) e, como tal, esta série soube que nem ginjas.

 

A premissa é simples e agarra-nos logo no primeiro minuto do primeiro episódio: “E se a União Soviética tivesse pisado a Lua primeiro?”

 

A partir desta pergunta de partida, o desenrolar dos episódios (10 por temporada, com 1h de duração cada) flui de forma lógica e natural numa sequência de eventos históricos que nunca aconteceram. “E se o John Lennon não tivesse sido assassinado?” “E se o Ronald Reagan tivesse sido presidente mais cedo?” “E se o Carlos e a Diana nunca tivessem casado?” “E se os Estados Unidos tivessem abandonado o Vietname mais cedo?” “E se a União Soviética tivesse prosperado, devido ao seu bem-sucedido programa especial?”

 

E se…?

E se…?

E se…?

E se…?

 

As melhores ideias do mundo começam com esta pergunta. “E se criássemos um website onde as pessoas podem listar as suas casas para outras pessoas ficarem lá hospedadas”? “E se colocássemos uma pilha no coração para regular os batimentos cardíacos?” “E se um gorila tocasse bateria ao som de Phil Collins?” “E se criássemos um website onde as pessoas pudessem Lyoncificar o seu próprio nome?” (True story. Obrigado, Luciana Abreu e Yannick Djalò).

 

“E se…” é o maior catalisador de sonhos e impossíveis que existe. Quando somos pequenos, nem nos damos conta que colocamos esta pergunta – mesmo sem falar, nas nossas mentes – vezes sem conta no nosso dia-a-dia. “E se eu meter esta peça quadrada neste buraco redondo?”, “E se eu desmanchar este brinquedo do meu irmão mais velho para ver como funciona?” (desculpa, Ricardo). “E se eu meter todo este açúcar no meu leite?” O que é que acontece? Bom, nada acontece, se não experimentarmos.

 

E é experimentando que se anda para a frente. Que se criam coisas novas. Perguntando “E se…?” mais vezes. É o nosso dever, não só como criativos de publicidade, mas como profissionais, cidadãos, pais, etc. “E se fizer de forma diferente… será melhor?”

 

Por vezes sim. E ainda bem. Por toda a Humanidade.

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