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O festival volta a reunir alguns dos maiores nomes da música mundial, incluindo Foo Fighters, Nick Cave & The Bad Seeds, Twenty One Pilots, Florence + The Machine, Lorde, Teddy Swims e o regresso dos Buraka Som Sistema, numa edição que reforça o equilíbrio entre rock, pop, indie, eletrónica e novos talentos.
O NOS Alive regressa nos dias 9, 10 e 11 de julho de 2026 ao Passeio Marítimo de Algés, município de Oeiras, distrito de Lisboa, para a sua 18.ª edição, numa organização da Everything Is New, com os bilhetes para os dias 10 e 11 já esgotados.
O festival volta a reunir alguns dos maiores nomes da música mundial, incluindo Foo Fighters, Nick Cave & The Bad Seeds, Twenty One Pilots, Florence + The Machine, Lorde, Teddy Swims e o regresso dos Buraka Som Sistema, numa edição que reforça o equilíbrio entre rock, pop, indie, eletrónica e novos talentos.
Além dos palcos principais, o NOS Alive mantém a sua estrutura habitual de programação, com propostas que cruzam géneros e públicos, e a aposta em experiências paralelas como o Palco Coreto, o Galp Fado Café e o Palco Comédia, que regressam com curadorias dedicadas à música portuguesa, ao fado contemporâneo e ao humor nacional.
O festival volta também a integrar iniciativas de apoio a novos talentos europeus através do programa GrassEUts, além de vencedores de concursos nacionais como o Festival Termómetro, reforçando a dimensão internacional e a ligação à descoberta de novos artistas.
Entre as novidades desta edição, destaca-se a presença de serviços de saúde no recinto, incluindo dentista no terreno através de parceria com a Dental Light, e novos espaços de apoio digital e administrativo promovidos pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado, com serviços ligados ao cartão de cidadão e carta de condução.
Também a Movy marca presença com uma ativação centrada no Cartão Jovem, reforçando o posicionamento do festival como plataforma de ligação entre marcas, cultura e públicos jovens.
NOS reforça ligação ao festival com tecnologia, ativações e experiências imersivas no recinto
Em declarações ao Imagens de Marca, António Fuzeta da Ponte, diretor de marca e comunicação da NOS, sublinha que o NOS Alive “é hoje muito mais do que um festival”, assumindo-se como um território de emoção, proximidade e ligação entre a marca, a música e os fãs.
O responsável destaca a entrada da SIC como media partner oficial como um passo que “amplifica a capacidade de levar a energia, a experiência e a relevância cultural do festival ainda mais longe”, reforçando a dimensão mediática e cultural do evento.
No plano da experiência, António Fuzeta da Ponte refere que a tecnologia é central na operação da NOS no festival, garantindo uma execução “fluida, conectada e memorável” em todas as dimensões do recinto — da comunicação aos palcos, passando por backstage, segurança e transmissões.
Sublinha ainda o investimento em experiências imersivas e ativações no recinto, bem como iniciativas como a parceria com a Skoola, que aproximam novos públicos da música e reforçam a componente experiencial da marca no festival.
“Acreditamos muito nisso: se a música é importante para ti, é importante para a NOS”, afirma, acrescentando que a marca continuará a apostar em ativações e passatempos que permitem aos fãs viver o NOS Alive de forma mais próxima e participativa.
SIC aposta em cobertura multiplataforma e conteúdos exclusivos para aproximar público e artistas
Mónica Serrano, diretora de marketing, comunicação e relações humanas da SIC, explica, também em declarações ao Imagens de Marca, que a associação ao NOS Alive surge de forma natural e orgânica, refletindo a ligação da estação à música e à cultura.
A responsável sublinha que a parceria com a NOS e com o festival permitirá reforçar uma estratégia de cobertura multiplataforma, com conteúdos exclusivos, bastidores, entrevistas e reportagens distribuídas por televisão, digital e redes sociais.
“O objetivo é mostrar muito além dos recintos e aproximar o público da experiência do festival”, refere, destacando a ambição de criar uma ligação mais direta entre o público e os artistas.
Mónica Serrano acrescenta ainda que a SIC pretende que quem acompanha em casa “sinta que também faz parte da experiência” e que quem está no festival viva tudo de forma ainda mais intensa.
A responsável reforça, por fim, o posicionamento da estação neste território, sublinhando que a SIC quer estar “sempre na primeira fila” nos grandes momentos culturais e musicais do país.
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