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Estudo da Microsoft analisa futuro do trabalho
Líderes portugueses querem maior flexibilidade laboral
16 de outubro de 2020
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Líderes portugueses querem maior flexibilidade laboral

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A repentina mudança para o trabalho remoto durante a pandemia da Covid-19 veio transformar a forma como se trabalha agora e no futuro.


Mais do que isso: mudou a forma como os líderes olham para o mercado laboral já que 92% diz prever a permanência do trabalho flexível na fase pós-pandemia. 

 

Os dados são de um estudo da Microsoft com a Boston Consulting Group e a KRC Research, em 15 países europeus, incluindo Portugal, que apresenta conclusões e orientação para melhorar a produtividade e a inovação no novo mundo de trabalho híbrido – presencial e remoto. Os dados recolhidos em 2019 indicavam que apenas 15% das empresas em Portugal reportava uma política de trabalho flexível, o que contrasta com os 86% registados este ano. Os principais benefícios identificados pelos empregadores em Portugal para esta nova forma de trabalhar são o aumento na produtividade (81%), a retenção de talento (72%), a sustentabilidade (71%) e a poupança de custos (71%).

 

No estudo anterior de 2019, os portugueses inquiridos referiram gastar 52% da semana de trabalho em tarefas desnecessárias, como reuniões, chamadas telefónicas e procura de informação. Este ano, com o trabalho remoto a ser uma realidade para uma grande parte das empresas, a evolução foi positiva e o valor reduziu para 44%.

 

Outra grande mudança é a forma como os líderes olham para as suas empresas. O estudo revela uma queda no número de líderes em Portugal que afirmam que as suas empresas são altamente inovadoras em termos de produtos e serviços (56% em 2019 para 44% em 2020). Contudo, 98% destes vê a inovação do local de trabalho como uma prioridade.

 

Segundo o estudo, o desafio do trabalho flexível em organizações com uma cultura de inovação é encarada pelos líderes de uma forma mais otimista em termos de crescimento: 49% dos líderes em empresas nacionais inovadoras espera que as suas organizações saiam da pandemia mais fortes do que o previsto (comparativamente a 35% dos europeus). Nas empresas nacionais menos inovadoras, apenas 24% dos líderes tem essa visão, valor equiparado à média europeia.

 

Os colaboradores de empresas mais inovadoras são mais propensos a tomarem decisões autonomamente (67%), comparativamente aos que trabalham em empresas menos inovadoras (33%). E a grande maioria (74%) considera aceitável cometer erros em empresas inovadoras, comparativamente com as menos inovadoras (51%), que são menos tolerantes ao erro.

 

Embora as organizações tenham acelerado a implementação de tecnologia moderna no local de trabalho no último ano, existe uma oportunidade significativa de revisitar a formação nas ferramentas tecnológicas. Em 2020, 55% das organizações em Portugal referiram ter acesso a tecnologias modernas, face a 38% em 2019. Quanto à formação em tecnologia, 44% das organizações em Portugal afirmam ter realizado em 2020, comparativamente com 39% em 2019, dado que contrasta com os 61% na Europa nos dois anos consecutivos.

 

Paula Fernandes, diretora da unidade de negócio de produtividade & colaboração da Microsoft Portugal, afirma em comunicado que “os últimos meses mudaram, em definitivo, a forma de trabalhar e as expectativas de líderes e colaboradores.  Este estudo lança o debate para o futuro, sendo fundamental orientar o salto tecnológico realizado para o sucesso do trabalho em equipa e reforço da cultura e valores da organização, criando assim condições para a continuidade dos processos de inovação. Ferramentas como o Microsoft Teams da Microsoft ajudam as pessoas a gerirem o seu tempo da melhor forma, a manterem o contacto com os colegas e na aquisição de novos skills e competências.”

 

No estudo também se analisou qual a melhor altura do dia para um desempenho mais focado nas tarefas do trabalho diário. Para os portugueses inquiridos, o período da manhã, entre as 10h00 e as 11h00, é a melhor hora, com 28% de respostas, seguindo-se o horário das 9h00 às 10h00, com 20%. 

 

José Koch Ferreira, managing director e partner na Boston Consulting Group (BCG), refere que “o futuro do trabalho é híbrido, em múltiplas combinações de modelos de trabalho remoto, em função das funções e necessidades dos colaboradores. Este futuro tem vantagens para os colaboradores, para as organizações e para a sociedade em geral. Para ajudar as empresas a desenhar uma plataforma robusta de remote working, a BCG identificou 7 dimensões chave que devem ser analisadas e implementadas de forma coerente, possibilitando maximizar os benefícios desta nova forma de trabalhar e mitigando também alguns dos seus riscos. O nosso research demonstra, contudo, que a larga maioria das empresas está pouco equipada para lidar com este novo modelo com 71% das mesmas posicionando-se nos dois níveis mais baixos de maturidade.”

 

Os colaboradores continuam a valorizar trabalhar no escritório, considerando o tempo passado no espaço físico como uma forma importante de manter os laços com os colegas, mas 35% dos inquiridos nacionais afirma que gostaria de trabalhar fora do ambiente de trabalho tradicional e identificam benefícios associados ao trabalho remoto: 81% refere que em casa se veste de uma forma mais casual, 56% afirma que tem mais tempo para hobbies, 41% diz trabalhar na presença de animais domésticos e 37% disponibiliza mais tempo para as crianças. 

 

O estudo foi realizado em 15 países europeus (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Noruega, Portugal, Reino Unido, Suécia e Suíça) e contou com a participação de 9.093 entrevistados (líderes e colaboradores), 607 dos quais são portugueses.

 

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