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Como prepará-los para o futuro?
Geração Covid: a mais ansiosa ou resiliente?
29 de maio de 2020
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Geração Covid: a mais ansiosa ou resiliente?

Já foi apelidada de Geração Covid.


Para trás ficaram outras tantas apelidadas também devido a acontecimentos históricos que tiveram efeitos duradouros na forma como cresceram e se desenvolveram. Agora a sociedade passa por uma nova mudança a vários níveis. Bebés, crianças e jovens enfrentam um novo mundo, cheio de inseguranças e incertezas.

Mas que efeito terá esta pandemia no crescimento dos nossos filhos? Serão a geração mais ansiosa ou resiliente de sempre?


Ainda é cedo para obter respostas, mas nós falámos com alguns especialistas que apontam possíveis caminhos de qual será o futuro desta geração nascida em plena pandemia.


“Esta será a geração do choque viral”, diz o futurologista Ian Pearson ao The Telegraph. “As mudanças de comportamento destas crianças serão profundas”.


Ansiedade, tristeza, stress. Vários estudos apontam que as grávidas estão a viver um momento verdadeiramente desafiante nas suas vidas e todos sabemos que o seu bem-estar tem implicações diretas no feto.


Muitas estão com receio do coronavírus, mas também do futuro que se avizinha e há cada vez mais pais a ponderarem partos em casa, pelo medo das maternidades não estarem preparadas para o momento.


Carmen Ferreira, enfermeira especialista em saúde materna e obstétrica, refere a importância dos futuros pais estarem informados em relação ao parto e às diferentes unidades de saúde à disposição e garante que as maternidades estão preparadas para este momento.



É preciso preparar os jovens para as grandes mudanças do mercado de trabalho do futuro


Habituámos as nossas crianças a partilhar. A brincar. A dar um beijo a avó e ao tio. A dar a mão ao amigo em passeios escolares. Gestos simples que agora se tornaram difíceis de controlar. Gestos que são o espelho da educação de uma sociedade que se pretendia unida mas que tem de aprender a lidar com uma nova união. Gestos que eram o “certo” e agora são o “errado”.


Será que estas crianças em “quarentena”, longe dos amigos, da escola, dos familiares emergirão como futuros adultos resilientes ou ansiosos? Ficarão para sempre marcados pelas máscaras, viseiras, cuidados com higiene e distanciamento olhando de forma cautelosa para os outros como possíveis fontes de contágio?

As perguntas são muitas e as respostas ainda escasseiam. Mas há empresas que já olham para uma das maiores mudanças que irá marcar certamente esta geração: o mercado de trabalho.


Apesar de ser a mais tecnológica de sempre, é preciso ensinar a “mexer” em tecnologia e não apenas a consumi-la. Daí nasce a Teckies: startup portuguesa com a missão de incentivar os mais novos a se preparem para resolver os problemas do futuro no que toca ao trabalho.


A programação é uma das muitas soluções que esta empresa portuguesa oferece e que agora, perante a pandemia, pode vir a ser ainda mais indispensável para os mais novos. O mundo mudou, as empresas também e a forma como todos trabalhamos vai certamente sofrer enormes alterações.


Nós falámos com Patrick Götz, fundador e ceo da Teckies, que explica que é preciso as escolas se prepararem melhor para receber a tecnologia, sem a ver como inimiga mas sim aliada na educação dos mais novos.



Marcas: preparem-se para um novo brincar!


Com as escolas fechadas, muitas crianças estão hoje a aprender através de diferentes plataformas como o Zoom, Teams e outras tantas. A realidade mudou, com os pais mais presentes no ensino dos mais novos e também o próprio brincar se reinventou já que os amigos estão longe.


A Science4you quis preparar os mais pequenos para o futuro com brinquedos didáticos pensados para toda a família e está já a preparar novidades relacionadas com a pandemia.


Miguel Pina Martins, ceo da Science4you, explicou ao Imagens de Marca a importância de retirar as crianças dos ecrãs e deixá-las explorar a sua criatividade promovendo a brincadeira entre toda a família.


Não é por acaso que para assinalar o Dia da Criança, a marca quer que as crianças explorem diferentes profissões, como cientista, agricultor ou cozinheiro sob o mote “não há limites para a imaginação!”.



Z´s: é preciso não os esquecer!


A verdade é que somos seres de hábitos, sempre ouvi dizer. E a “geração covid” irá crescer num novo ambiente que se tornará normal. Têm a oportunidade de se adaptar à realidade e assim viver com ela. Mas então e os Z´s? A geração tecnológica, nascida entre 1995 e 2010, em que alguns estão agora a entrar no mercado de trabalho?


São os jovens que passaram pelas alterações climáticas, que viveram a crise de 2008 e que agora passam por um novo desafio: uma pandemia sem precedentes.


Política, sociedade, economia: tudo é incerto e tudo será diferente. Mas se por um lado estes são os jovens da quarentena, são também os que tiveram a oportunidade de reforçar laços com a família, de passar mais tempo com os pais – e só por isso este momento já terá tido um efeito positivo no seu crescimento.


É o que defende Fernando Chaves, pediatra, que explicou-nos a importância de passarmos novos valores a uma geração que parecia “perdida” e que agora terá a oportunidade de se aproximar dos mais velhos, ainda que de forma diferente.



Esta é também a geração que olha para os influenciadores como os novos líderes de opinião, fiéis às marcas e que rompem com os modelos de consumo tradicionais.


Segundo um estudo de mercado realizado pela Milenar, agência de influenciadores, em parceria com a Universidade Nova estes jovens apelam a uma comunicação mais eficaz por parte das marcas que devem focar-se nas qualidades emocionais do produto.


São mais exigentes sendo capazes de confiar num influenciador mas fazendo-o com mais consciência e procurando aqueles que consideram ser mais genuínos, naturais e nada forçados.


A responsabilidade social e ética é fundamental e “influenciadores reais com problemas reais” são os mais procurados pela geração Z, conhecida por ser a da ansiedade e do burnout.


É provável que venham a procurar marcas com sentido de comunidade, que olhem para os problemas reais da sociedade e que tenham uma missão e propósito em prol de um bem comum.


As novas ferramentas de trabalho, um mundo em adaptação à nova realidade e uma economia desfragmentada podem gerar frustração nestes recém adultos. Mas a verdade é que estão melhor preparados para um futuro que se prevê cada vez mais desafiante onde a certeza deixou de fazer parte dos planos. Serão eles os mais resilientes ou mais ansiosos de sempre?



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