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A opinião de Hugo Oliveira
Estratégia de Marketing Emocional
3 de agosto de 2020
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Estratégia de Marketing Emocional
Hugo Oliveira
Chief Marketing Officer SYONE

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Tradicionalmente, o marketing é definido como a forma de informar as pessoas sobre os benefícios de um produto ou serviço e depois convencê-las a pagar por isso.


Ao longo dos anos os processos de marketing tornaram-se cada vez mais complexos, dando maior ênfase ao desenvolvimento de relações com os clientes, na construção de uma forte imagem da marca e na orientação para o cliente, onde os produtos e serviços são projectados e redesenhados com base em estudos de mercado.


Todos os profissionais de marketing procuram informação actualizada dos seus consumidores para construir estratégias vencedoras, o que nem sempre é fácil, e em breve terão ajuda de sistemas e plataformas de Inteligência Artificial. Se por um lado sabemos que os algoritmos desta (suposta) inteligência ainda têm bastante dificuldade em lidar com emoções, por outro, conseguem interpretar quantidades massivas de informação sobre reacções emocionais, compilando os dados de forma a conseguir extrair informação valiosa para desenvolver estratégias de abordagem ao mercado com base nas emoções dos consumidores.


Não tenho dúvidas que a Inteligência Artificial irá mudar a forma como desenhamos as nossas estratégias de marketing, comunicação e branding, havendo já empresas que vendem serviços de análise bastante interessantes como a Affectivaque (com o consentimento do cliente) usam a tecnologia para capturar reacções faciais (macro e micro) de anúncios para a industria automóvel.


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Imaginemos num futuro próximo, os nossos telefones analisarem as reacções perante publicidade ou outro conteúdo. Ou melhor, entenderem a nossa emoção durante processos de compra on-line. As possibilidades são infinitas, e quando as marcas conseguirem captar o seu target no momento certo, não haverá retrocesso.


Photo by Ashkan Forouzani on Unsplash


É óbvio que não será fácil implementar sistemas que nos permitam recolher dados tão sensíveis como os que definem as nossas emoções, pois há desafios operacionais e de protecção da privacidade. Mas as marcas e os profissionais que o conseguirem fazer vão estar em vantagem competitiva.


Ao ler este artigo deve ter reagido emocionalmente. Agora, imagine que estava a ser analisado. Assustador, não?!


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