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A menos de um mês do arranque, o evento celebrou a programação completa do Palco Music Valley, reforçou a parceria histórica com a SIC e contou com atuações dos Xutos & Pontapés e um showcase dos UHF.
O Rock in Rio Lisboa entrou oficialmente em modo contagem decrescente para a edição de 2026 com um warm up especial no Edifício Francisco Pinto Balsemão, sede do Grupo Impresa, em Paço de Arcos, Oeiras, onde o Imagens de Marca esteve presente, que reuniu artistas, parceiros e imprensa para apresentar as novidades do festival.
“O Rock in Rio já faz parte da vida dos portugueses”
Para Roberta Medina, Vice‑Presidente Executiva do Rock in Rio Lisboa, o festival chega a 2026 com um significado especial: “É muito bom ver o Rock in Rio sendo parte da vida dos portugueses. Hoje temos pessoas que foram à primeira edição e já levam os seus filhos”.
A responsável sublinha ainda que o festival se tornou um ritual familiar e um marco no calendário cultural do país: “Estamos aqui para ficar muitos mais anos”.
A edição deste ano volta ao Parque Tejo com um crescimento de 25 mil metros quadrados na área de público e melhorias estruturais que resultam da experiência de 2024. “Hoje o Rock in Rio é outro Rock in Rio: temos três palcos que poderiam ser principais em qualquer grande festival da Europa”, afirma.
Festival reforça conceito de smart city e torna‑se laboratório vivo de inovação
Um dos pilares da edição de 2026 é o reforço do conceito de smart city, que transforma a Cidade do Rock num espaço de experimentação tecnológica em tempo real.
Roberta Medina destacou que o festival volta a trabalhar com startups, parceiros tecnológicos e entidades como a Câmara Municipal de Lisboa e a Unicorn Factory, num ecossistema que utiliza o recinto como campo de testes: “Estamos a falar mais seriamente de smart city, com várias startups e parceiros que usam esta cidade que se monta para quatro dias de festa em prol de algo que vai além”.
A responsável sublinha que o impacto ultrapassa o entretenimento: “A diferença é poder mostrar ao mundo e testar em real time — 80 mil, 100 mil pessoas — tecnologias que funcionam”.
Palco Music Valley ganha nova dimensão e reforça diversidade musical
O Music Valley regressa em 2026 com uma dimensão reforçada:
capacidade para 60 mil pessoas (+33% face a 2024)
estrutura física e técnica ampliada
535 m² de cenografia
A programação reúne artistas nacionais e internacionais que somam mais de 81 milhões de ouvintes mensais no Spotify, com dias dedicados ao pop, rock, música urbana e à celebração do legado do rock português.
Entre os destaques estão Alok, Audrey Nuna, Nena, Maninho, Sepultura, P.O.D., Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra, Xutos & Pontapés, GNR, UHF, Jafumega, Filipe Ret, Dennis, Carlão e Irina Barros.
A curadoria do dia 27, intitulada “Classe de 79”, fica a cargo dos Xutos & Pontapés e junta bandas que marcaram o ADN do rock português.
“Queremos diversidade, descoberta, emoção e momentos de verdadeira ligação através da música”, reforçou Roberta Medina.
Três palcos com dimensão de palco principal reforçam a escala da edição
A edição de 2026 marca também uma mudança estrutural no desenho do festival. Roberta Medina sublinhou que o Rock in Rio Lisboa evoluiu para um formato inédito no panorama europeu: “Hoje o Rock in Rio é outro Rock in Rio: temos três palcos que poderiam ser palcos principais em qualquer grande festival da Europa”.
Segundo a responsável, esta transformação tem impacto direto na experiência do público:
aumenta o tempo de permanência no recinto,
distribui melhor as audiências,
reforça a circulação entre áreas,
e cria mais momentos de descoberta.
Roberta acrescentou ainda que o Parque Tejo “convida”, pela sua amplitude, e que o crescimento de 25 mil metros quadrados na área de público contribui para uma sensação completamente diferente face à edição anterior.
SIC reforça operação 360º e celebra duas décadas de parceria
A SIC apresentou também a sua megaoperação de conteúdos para o festival, que inclui transmissões televisivas, cobertura digital, ativações no terreno e presença transversal em todas as plataformas do grupo.
Para Mónica Serrano, Diretora de Marca, Comunicação e Relações Humanas do Grupo Impresa, representa “duas décadas de aprendizagem conjunta”. “Duas marcas que se têm vindo a construir edição após edição”, acrescenta,
Pela primeira vez, o warm up aconteceu “em casa”, na SIC: “Normalmente somos recebidos no Rock in Rio. Hoje recebemos o Rock in Rio aqui na SIC — e é um enorme privilégio”.
A estação prepara três sets de emissão — SIC, SIC Notícias e SIC Radical — além da Casa SIC–CENTURY, um espaço de contacto com o público e com os rostos da estação: “A nossa missão é levar a energia e a cultura do festival a quem não pode estar lá. O Rock in Rio é a nossa grande bandeira no território da música”.
Cidade do Rock transforma‑se numa arena de futebol
A edição de 2026 reforça também a ligação entre música e desporto. Em parceria com o BPI, Banco Oficial do festival e da Seleção Nacional, a Cidade do Rock terá ativações diárias com bandeirões, bolas gigantes e experiências interativas. Após o concerto de Rod Stewart, o recinto transforma‑se numa arena para transmitir o jogo Portugal–Colômbia.
De notar que o Rock in Rio Lisboa 2026 regressa ao Parque Tejo nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, para aquela que, segundo a organização do festival, promete ser uma edição histórica.
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