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A opinião de Hugo Oliveira
Espelho meu, espelho meu… há alguma marca com mais ALMA do que eu?
23 de dezembro de 2020
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Espelho meu, espelho meu… há alguma marca com mais ALMA do que eu?

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Já muito se escreveu sobre a pandemia e creio que todos nós estamos a sofrer com esta situação.


Dentro da nossa esfera de amigos e conhecimentos, há histórias devastadoras, outras de sucesso e algumas assim-assim, mas na verdade contam-se pelos dedos de uma mão, as pessoas ou empresas que querem manter as coisas como estão.


De facto, perdemos tudo o que nos torna humanos. O toque, os abraços, o convívio, as experiências de grupo e a leitura da linguagem corporal do outro, tão importante em todos os tipos de relacionamento, pessoal e profissional... e se por um lado isto é terrível a nível inter-relacional, imaginem o que uma marca que comunica e vive deste potencial, está a perder. Eventos?! Desapareceram. Concertos patrocinados?! Cancelados. Experiências de grupo ou team-building?! Zero. E por aí adiante.


Ser director de marketing e comunicação de uma marca que apoia a sua estratégia no que nos torna humanos, tornou-se um desafio de outro mundo. De um dia para o outro, tudo desapareceu. Além dos obstáculos financeiros deste cenário que colocam em perigo o emprego de muitas pessoas e a sustentabilidade de tantas empresas, as marcas estão a perder a sua alma… e em muitos casos podem ser mortes anunciadas.


Mediante este problema, o que podemos fazer para recuperar o que nos torna interessantes e únicos como seres humanos, capitalizando isso para as marcas? Ter MUITA perseverança. Será neste momento que vamos descobrir quem são as empresas (e os seus profissionais de topo) que têm a resiliência de se adaptar à nova realidade, superando as adversidades inesperadas. Sempre foi assim. São os momentos maus e difíceis que nos definem, e as empresas (e as marcas) também estão dentro desta equação.


Os gestores que se preocupem com as pessoas e os seus colaboradores vão ser os “vencedores”. As marcas que decidirem optar por decisões difíceis e souberem dividir a dor e os sacrifícios financeiros, terão sempre as pessoas (e seus clientes) ao seu lado. E o “menos” pode traduzir-se num “mais” a médio prazo.


Isto podem parecer lugares comuns, mas nem sempre óbvios para quem olha apenas para folhas de cálculo. E por isso, se o leitor está na posição de tomar decisões a favor das “suas pessoas”, seja perseverante, e recupere a alma da sua marca... Para isso, basta olhar ao espelho e perguntar o que deve fazer.


Tenham coragem.

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