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A edição de 2026 realiza-se nos dias 17, 18 e 19 de julho e arranca já com a confirmação dos Da Weasel para um concerto especial com orquestra, dirigido pelo maestro Rui Massena.
O festival MEO Marés Vivas entra em 2026 numa nova fase da sua história. A partir deste ano, o evento passa a designar-se apenas MEO Marés, muda-se para Matosinhos e assume uma identidade renovada, mantendo o ADN que o consolidou como uma das principais referências dos festivais de verão em Portugal.
A apresentação oficial do novo ciclo decorreu esta terça-feira no Edifício Francisco Pinto Balsemão, em Paço de Arcos, Oeiras, onde o Imagens de Marca esteve presente.
Em declarações ao Imagens de Marca na apresentação do cartaz, Jorge Lopes, da PEV Entertainment e diretor do festival, explicou que a mudança de nome vinha a ser preparada há algum tempo, sublinhando que “MEO Marés era o nome que toda a gente já usava”, motivo pelo qual a organização entendeu que “era a altura certa” para assumir oficialmente essa designação.
Segundo o responsável, a mudança para Matosinhos acabou também por criar o contexto ideal para esta evolução. Jorge Lopes admitiu que existiam “algumas reticências” em alterar o formato do festival “quando as coisas correm bem no mesmo sítio”, mas considerou que a nova localização justificava “todo o sentido” desta transformação.
Apesar das mudanças, o diretor garantiu que a identidade do festival continuará intacta. “Tudo o resto vamos tentar ao máximo manter. O ADN do festival continua exatamente o mesmo”, afirmou, acrescentando que o objetivo passa por preservar a relação construída ao longo dos anos com o público.
O novo ciclo traz também reforço ao nível dos parceiros comerciais. Jorge Lopes revelou que “não houve nenhum parceiro a sair” e que todas as entradas correspondem a novas marcas, considerando que esse interesse representa “um reconhecimento de que o trabalho desenvolvido pelo festival tem sido relevante para as marcas”.
Ao nível da programação e dos espaços, o responsável confirmou a continuidade do palco MEO e do palco SAPO Comédia, destacando, no entanto, a entrada da Super Bock como naming sponsor de um dos palcos secundários, naquela que classificou como “a grande novidade” desta edição.
A organização pretende continuar a apostar numa programação diversificada, cruzando artistas consagrados com novos projetos e carreiras em renovação. Jorge Lopes destacou ainda o crescimento da componente de entretenimento dentro do festival, afirmando que “um festival não é só música” e que a comédia tem vindo a assumir “um crescimento e um sucesso incríveis” junto do público.
Depois de ter esgotado os três dias da edição de 2025, a organização acredita que o festival poderá voltar a aproximar-se desses resultados. Ainda assim, Jorge Lopes reconheceu que o anúncio tardio da edição de 2026 acabou por atrasar alguns momentos da operação, explicando que o festival costuma ser lançado entre outubro e novembro, mas este ano apenas foi apresentado em fevereiro. Apesar disso, garante que “o carinho do público se mantém” e que isso já se reflete no ritmo das vendas.
Também presente na apresentação, Luíza Galindo, Diretora de Marca e Comunicação da MEO, em declarações ao Imagens de Marca, reforçou a importância estratégica da música para a marca, afirmando que o MEO Marés é “um dos ativos mais importantes” do portefólio de festivais da operadora.
A responsável sublinhou ainda que a ligação da marca ao festival “é muito mais do que um naming sponsor”, descrevendo a parceria como uma ligação estrutural “à música, à cultura, às pessoas, à inovação e à inclusão”.
Sobre o novo recinto, Luíza Galindo garantiu que a experiência tecnológica continuará a ser uma prioridade, assegurando que a conectividade será “sempre de excelência” para que os festivaleiros possam continuar a ter “a melhor experiência possível”.
A diretora acredita também que a nova localização poderá reforçar a experiência emocional e visual do evento. “Vamos ver um cenário diferente, um ambiente diferente”, afirmou, considerando que o facto de o festival estar “mais perto do mar” poderá tornar a experiência “ainda mais bonita”.
Luíza Galindo destacou igualmente a aposta contínua da marca na inclusão através da música, referindo projetos desenvolvidos em parceria com a Fundação MEO para garantir que “todos tenham acesso à música”.
Já a SIC regressa como media partner oficial pelo segundo ano consecutivo. Em declarações ao Imagens de Marca, Mónica Serrano, Diretora de Marca, Comunicação e Relações Humanas do Grupo Impresa, explicou que esta parceria reforça a ligação histórica da estação ao território da música e da cultura.
Segundo Mónica Serrano, a música faz parte do ADN da SIC “há mais de 20 anos”, desde a associação ao Rock in Rio, tendo a estação vindo desde então a aproximar-se de grandes eventos culturais e festivais.
A responsável descreveu o MEO Marés como “um festival muito querido” e com “uma magia muito própria”, sublinhando também a relevância cultural do evento para a região Norte. “Muitas vezes os grandes eventos acontecem mais à volta de Lisboa”, afirmou, considerando importante que o festival continue a reforçar a dinâmica cultural da cidade do Porto e agora de Matosinhos.
A diretora revelou ainda que a cobertura do evento será transversal aos diferentes meios do grupo, garantindo presença da SIC, SIC Notícias, plataformas digitais e Opto ao longo dos três dias do festival. O objetivo, explicou, passa por “chegar ao maior número de pessoas possível” e acompanhar os diferentes públicos do evento.
Mónica Serrano destacou ainda que 2026 representa “um ano recorde de festivais” para o Grupo Impresa, numa estratégia que procura reforçar o posicionamento do grupo no território da música, cultura, entretenimento e humor.
O cartaz completo pode ser consultado aqui.
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