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Changing Tomorrow Now
EDP quer começar, já hoje, a mudar o amanhã
1 de Junho de 2021
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EDP quer começar, já hoje, a mudar o amanhã
Marco Silva
Coordenador Editorial Digital

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A nova campanha será utilizada nos países em que a marca está presente e que pretende reforçar o compromisso com a descarbonização do planeta.


A EDP lançou uma nova campanha de comunicação que quer reiterar a ambição da elétrica portuguesa em ser uma empresa 100% verde até 2030. A nova assinatura global ‘Changing Tomorrow Now – A mudar, já hoje, o amanhã’ procura refletir o compromisso da empresa com a sustentabilidade do planeta e com as energias renováveis.


A nova campanha será utilizada nos países em que a marca está presente e que pretende reforçar o compromisso com a descarbonização do planeta. Um objetivo que segundo a empresa será cumprido através de um investimento acelerado em energias renováveis, redes inteligentes e soluções sustentáveis para os clientes e de um apoio contínuo à sociedade.


Este posicionamento inclui um compromisso que o Grupo EDP afirma ser sem precedentes e nesse sentido irá investir 24 mil milhões de euros na transição energética, nos próximos quatro anos. Desse valor 6 mil milhões de euros serão investidos em Portugal.


O Imagens de Marca acompanhou as gravações desta campanha que contou com a criatividade da Solid Dogma.


“Na EDP, encaramos esta nova década com sentido de missão e de urgência. A necessidade de mudarmos hoje a nossa pegada será determinante para garantir um amanhã mais sustentável, inclusivo e justo. Depois de termos assumido um compromisso sem precedentes com o setor energético e de aprofundarmos a ligação às comunidades em que estamos presentes, é altura de reforçar esta ambição e sentido de dever perante toda a sociedade”, afirma Miguel Stilwell d’Andrade, presidente executivo da EDP, citado em comunicado.


A materializar esta estratégia estão, por exemplo, os planos da empresa de abandonar a produção a carvão até 2025 em todos os 20 mercados em que opera, já o fez em Portugal, com o encerramento da central de Sines em janeiro deste ano, ou o objetivo de produzir eletricidade apenas a partir da água, sol e vento em 2030. São também prioridades o investimento em projetos de ação social, como o acesso a energia por populações desfavorecidas, o apoio à educação e à cultura.


A marca aliou-se ainda a figuras de destaque, que partilham a ambição perante os desafios da década, para desenvolver projetos desportivos, artísticos e de inclusão social, que traduzem a força do vento, do sol, da água e o compromisso com a descarbonização e economia circular:


Alexandre Farto, conhecido internacionalmente como Vhils, vai criar uma exposição submarina a partir de peças de centrais da EDP desativadas, que reaproveitará artística e biologicamente. O EDP Art Reefvai permitir criar um novo ecossistema marinho e personifica o objetivo da empresa de ser 100% verde em 2030, bem como a importância da economia circular e da preservação do meio ambiente. O projeto estará concluído em 2022;


Francisco Lufinha, kite surfer e recordista mundial, quer continuar a bater recordes: na EDP Atlantic Mission, vai tentar ser o mais rápido a atravessar sozinho o Atlântico num kiteboat sustentável, movido apenas por energias renováveis – a força do vento e o poder do sol. O atleta vai partir de Portugal, no final do ano, com destino ao Continente Americano, tentando viajar mais de seis mil quilómetros (mais de três mil milhas náuticas);


Para apoiar hoje os que vão mudar o amanhã na água (Changing Tomorrow Now), a EDP está a desenvolver um programa global e intensivo de mentoria a cinco jovens surfistas ibéricos. Com o EDP Surf for Tomorrow, a ambição é proporcionar um treino intensivo em várias geografias ligadas ao surf, para colocar mais atletas nacionais e espanhóis na elite do surf mundial. Desta forma, a empresa aposta nas gerações atuais para alcançar um futuro mais promissor.


Para assegurar uma transição energética inclusiva, a EDP quer que a energia do sol possa ser partilhada por todos e aproveitada também pelos mais vulneráveis. Assim, criou as EDP Inclusive Solar Communities, ou Bairros Solares Solidários, instalando painéis solares em várias Instituições Particulares de Solidariedade Social de Portugal e Espanha, de forma a que possam produzir energia solar e partilhá-la com famílias carenciadas, reduzindo significativamente as suas faturas de energia.


Ao longo do próximo ano, Carolina Piteira, será a narradora desta história. A jovem artista plástica portuguesa, que será storyteller do spot publicitário, vai criar uma exposição a espelhar a ambição da EDP de usar a força do vento, do sol e da água para acelerar a transição energética, expondo pela primeira vez na Central Tejo, em Lisboa.

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