“É realmente surreal”: Esta marca de luxo portuguesa entrou no universo de “O Diabo Veste Prada 2”. Conheça-a

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“É realmente surreal”: Esta marca de luxo portuguesa entrou no universo de “O Diabo Veste Prada 2”. Conheça-a
8 de Maio de 2026
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Da Alameda Turquesa para Hollywood, duas malas portuguesas chegaram a um dos universos mais icónicos da cultura fashion.


A Alameda Turquesa é a mais recente marca portuguesa a entrar no universo de “O Diabo Veste Prada”. As peças da marca nacional aparecem em “O Diabo Veste Prada 2”, a sequela de um dos filmes mais emblemáticos da indústria da moda, num momento que representa um novo passo na internacionalização da insígnia criada por Carolina Santos e pela mãe.


“A oportunidade surgiu de uma forma muito natural através de contacto da produção”, explicou Carolina Santos, fundadora da marca, em entrevista ao Imagens de Marca, sublinhando que “a marca tem vindo a ganhar cada vez mais visibilidade internacional ao longo dos anos” e que isso “acaba por abrir portas para projetos muito especiais como este”.


O momento em que percebeu que as peças iam integrar um projeto desta dimensão continua ainda difícil de processar. “Foi uma experiência muito gratificante e um tanto ao quanto surreal”, afirmou, acrescentando que “estarmos presentes num filme de Hollywood e num projeto tão icónico como O Diabo Veste Prada foi algo verdadeiramente incrível”.


“É daqueles momentos que nos fazem parar e pensar: ‘isto está mesmo a acontecer’”, resumiu.



As malas portuguesas que chegaram a Hollywood


As peças escolhidas para integrar o universo do filme foram a “Hana Tote” e a “Hana Bag”, dois modelos já existentes no portefólio da marca, criadas há vários anos pela mãe de Carolina Santos, também fundadora, e aparecem num dos momentos passados no icónico closet da revista de moda fictícia Runway, onde Andrea “Andy” Sachs (Anne Hathaway) e Nigel Kipling (Stanley Tucci) percorrem prateleiras repletas de peças de luxo. É neste cenário que as criações da Alameda Turquesa surgem discretamente integradas no cenário.



“As peças que apareceram em cena já existem há muitos anos”, explicou Carolina Santos, sublinhando que “vê-las em grandes produções internacionais, primeiro em ‘Emily in Paris’ e agora em ‘O Diabo Veste Prada’, é realmente surreal e muito emocionante”.


A presença da Alameda Turquesa no universo do filme surge de forma particularmente simbólica por se tratar de uma das narrativas mais influentes da cultura fashion contemporânea, associada ao luxo, à imagem e à identidade visual da indústria.


“O universo de ‘O Diabo Veste Prada’ representa exatamente essa mistura entre moda intemporal, luxo, arte e personalidade”, afirmou a fundadora, acrescentando que esses são precisamente “os valores com os quais a Alameda Turquesa se identifica muito”.


“Apesar de sermos uma marca pequena comparada com grandes casas internacionais, temos uma identidade muito própria e peças com bastante carácter”, reforçou.


Da descoberta orgânica às celebridades internacionais


Ao longo dos últimos anos, várias figuras internacionais começaram a surgir com peças da marca portuguesa, num crescimento que Carolina Santos descreve como orgânico. “Muitas vezes através de editoriais, outras porque as celebridades compram na nossa loja ou descobrem-nos nas redes sociais”, explicou.


Ainda assim, a fundadora faz questão de sublinhar que o reconhecimento não se mede apenas pela dimensão mediática de quem usa as peças. “Nós adoramos ver as nossas clientes anónimas a usar a nossa marca”, afirmou, acrescentando que “é igualmente importante para nós ser uma celebridade ou anónima”. “São essas pessoas, as que adoram a nossa marca, que nos fazem crescer todos os dias”, reforçou.


Apesar disso, admite que Hollywood tem um peso simbólico distinto. “Projetos desta dimensão acabam por ter um simbolismo muito forte, porque representam um reconhecimento internacional enorme do nosso trabalho”, explicou.


A história da Alameda Turquesa


A Alameda Turquesa nasceu de uma ligação familiar à criatividade, ao design e ao artesanato, construída inicialmente em torno da visão criativa da mãe de Carolina Santos. “A Alameda Turquesa nasceu de uma paixão familiar pelo design, pela criatividade e pelo desejo de criar peças diferentes e com identidade própria”, contou.


O nome da marca também surge dessa ligação emocional ao universo visual que procuravam construir. “Turquesa é a cor favorita da minha mãe. Alameda é a rua — porque adoramos jardins — que nos leva até lá, ao mar, ao turquesa”, explicou Carolina Santos.


O crescimento internacional começou a tornar-se evidente quando começaram a surgir encomendas de vários pontos do mundo. “Acho que o momento em que percebemos que podia tornar-se num negócio global foi quando começámos a receber encomendas internacionais”, afirmou, acrescentando que “mulheres de diferentes partes do mundo se identificavam com o ADN da marca”.


Hoje, a Alameda Turquesa posiciona-se no segmento de luxo artesanal e emocional, com uma forte ligação ao trabalho manual e à criação de peças intemporais.


“O que distingue a Alameda Turquesa é precisamente a autenticidade. Somos uma marca muito emocional, muito ligada à criatividade, à família e à criação de peças intemporais, ao artesanato, ao manual”, explicou a fundadora. “Não seguimos tendências”, reforçou, acrescentando que tentam “criar peças com identidade, que as pessoas guardem durante anos”.


Depois de conquistar espaço em produções internacionais como “Emily in Paris” e agora “O Diabo Veste Prada 2”, a ambição mantém-se clara. “Queremos continuar a colocar Portugal no mapa da moda de luxo e chegar cada vez mais longe, mantendo sempre a autenticidade e o ADN da Alameda Turquesa. A nossa marca é uma extensão daquilo que somos”, concluiu Carolina Santos.


Leia também: “Foi o concretizar de um sonho”: a história do colar português que Rosalía usou em palco

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