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Estudo realizado nos Estados Unidos
A cultura de cancelamento não assusta as marcas
13 de Janeiro de 2022
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A cultura de cancelamento não assusta as marcas

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Nos últimos anos a chamada cultura de cancelamento converteu-se num fenómeno que inquieta muitas pessoas, mas também as marcas. A conclusão é de um recente estudo realizado nos Estados Unidos pela Forrester.

 

57% dos responsáveis de marketing inquiridos neste estudo acredita que a cultura de cancelamento e os possíveis boicotes associados a ela não têm qualquer impacto nas vendas das marcas às quais prestam os seus serviços. No mesmo sentido, 59% dos marketeers estima que este fenómeno não irá afetar as suas empresas.


“Temos observado que a cultura do cancelamento tem muito mais impacto nas marcas pessoais do que nas marcas corporativas. Indivíduos e não tantas empresas são suscetíveis à fúria ligada à cultura de cancelamento”, afrima Mike Proulx, vice-presidente e diretor de pesquisa da Forrester, no blog desta empresa especializada em estudos de mercado. Por isso, e também de acordo com a Forrester, nem sempre as empresas são imunes aos efeitos da cultura do cancelamento.


A Forrester define a cultura de cancelamento como “uma campanha pública, disseminada através das redes sociais, para responsabilizar uma empresa em relação às consequências decorrentes dos seus erros”. Segundo a consultora, 55% dos consumidores adultos está disposto a boicotar uma organização se a empresa em questão tiver práticas incorretas do ponto de vista ético. 53% não teria também qualquer problema em cancelar as empresas que não tratam de forma adequada os seus colaboradores.


Ainda assim, 41% dos consumidores afirma que consideraria voltar a “refugiar-se” nos braços de uma marca se esta emitisse publicamente uma desculpa ou admitisse os seus erros.

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