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Estudo Observador Cetelem
51% dos portugueses prefere trabalhar em regime misto
8 de Junho de 2021
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51% dos portugueses prefere trabalhar em regime misto
Marco Silva
Coordenador Editorial Digital

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Houve um crescimento significativo do teletrabalho nos vários países europeus, mais de 60% acreditam no bom funcionamento do teletrabalho.


O teletrabalho tem feito parte da vida de muitos europeus, há mais de um ano. Em Portugal, com a nova fase de desconfinamento, foi recentemente anunciado que a partir de 14 de junho, o teletrabalho deixará de ser obrigatório, exceto em concelhos de risco, passando a ser recomendado nas atividades que o permitam.

 

Os dados revelam que um total de 4 em cada 10 europeus gostavam de repartir as suas tarefas, entre o teletrabalho e o trabalho presencial, um sinal de que o teletrabalho se veio inscrever de forma permanente na paisagem profissional. A maioria dos portugueses (51%) revela que prefere trabalhar num regime alternado entre o presencial e o teletrabalho. Os eslovacos (55%), os búlgaros e os checos (54%) demonstram igual preferência em repartir a sua atividade profissional. Mais conservadores, 43% dos franceses revelam que gostariam de exercer a sua atividade exclusivamente nas instalações do empregador.

 

Na sequência da crise sanitária, o teletrabalho tornou-se numa potencial ferramenta de gestão de recursos humanos, largamente adotada pelas empresas e, acima de tudo, numa necessidade que se veio impor. Os anos anteriores tinham já revelado esta tendência, com um crescimento significativo do teletrabalho em vários países europeus. O Reino Unido, onde 40% das empresas recorrem a este modelo de trabalho de forma persistente, ocupa um dos lugares cimeiros (fonte: sondagem do Instituto Fraunhofer, julho de 2020).


Pelo contrário, países como Bulgária, Espanha, Itália e Roménia parecem ter descoberto o teletrabalho com a pandemia. Os confinamentos sucessivos impostos nos últimos meses vieram acentuar consideravelmente esta tendência, ao ponto de a tornar indubitavelmente irreversível.

 

É provável que nada volte a ser como antes e isso é bem aceite pelos europeus que acolhem favoravelmente esta transformação: 67% dos europeus acreditam que o teletrabalho se processa de forma eficiente A seguir aos suecos (79%), os portugueses e espanhóis estão entre os mais convictos desta ideia (73%), seguindo-se o Reino Unido (72%). Na Europa Central este sentimento é mais moderado com apenas 56% dos eslovacos e romenos e 53% dos búlgaros a defender esta ideia.

 

Apesar disto, os europeus reconhecem a importância da sociabilidade no trabalho presencial. Apenas uma pequena minoria dos profissionais (22%) deseja exclusivamente o teletrabalho, sendo os britânicos quem mais valoriza esta modalidade (30%). Em Portugal apenas 19% dos profissionais deseja trabalhar exclusivamente em teletrabalho.

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