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O Worten Mock Fest – Festival Internacional de Comédia arrancou esta quarta-feira, 28 de agosto, no Cinema São Jorge, em Lisboa, e até dia 30 transforma a capital no epicentro do humor. Durante três dias, o festival junta stand-up, música, cinema, podcasts e conversas, num programa que cruza gerações e linguagens, dentro e fora das salas.
Com cartaz internacional e nacional, que inclui nomes como Daniel Sloss, Jim Jefferies, Ricardo Araújo Pereira, Diogo Batáguas, Luana do Bem, Luís Franco-Bastos ou Rafi Bastos, a estreia chega já com várias sessões esgotadas, revelando a forte adesão do público.
No centro da iniciativa está a Worten, patrocinadora oficial e naming sponsor, que viu neste projeto uma forma de reforçar a sua ligação histórica ao humor e consolidar o posicionamento da marca junto de públicos diversos.
Simão Pires, diretor de media e social da Worten, sublinha, em declarações ao Imagens de Marca: “A associação da Worten ao Worten Mock Fest foi um passo muito natural para nós. O humor faz parte do ADN da marca há quase 30 anos e tem sido um pilar estratégico da nossa comunicação”.
Humor como identidade de marca
A ligação entre a Worten e o humor não é nova. Desde os primeiros anos da marca, a comunicação recorreu a esse tom para criar proximidade e memorabilidade. Nos últimos tempos, a aposta ganhou nova escala, nomeadamente com a entrada de Ricardo Araújo Pereira, em 2021, como figura central da publicidade.
Simão Pires acrescenta: “O humor está presente nas nossas campanhas, nas pessoas com quem trabalhamos e na nossa relação com os portugueses. É um território em que estamos presentes desde o início da marca, mas que ganhou uma nova dimensão com a entrada do Ricardo Araújo Pereira em 2021”.
E reforça: “O humor não é apenas uma ferramenta criativa: é o que nos permite ser relevantes, consistentes e estar no top of mind dos consumidores. É através dele que conseguimos criar empatia e proximidade com os portugueses”.
Entre gerações: falar para todos
O festival é pensado para dialogar com públicos diferentes: responde à procura dos mais jovens por experiências irreverentes e formatos digitais, sem perder a ligação com quem acompanha a marca há décadas.
“O humor fala para todos. Queremos chegar cada vez mais às novas gerações, que consomem humor em formatos digitais e procuram experiências diferenciadoras, mas sem nunca perder a ligação aos que já estão conosco há muito tempo”, explica o diretor de media e social da Worten.
Essa abordagem multicanal reflete-se tanto dentro como fora das salas. O Cinema São Jorge acolhe as sessões principais, enquanto no exterior, na Avenida da Liberdade, o Palco Bwin oferece programação com atuações de artistas como Manuel João Vieira e DJ sets de nomes ligados a podcasts de referência.
Para quem não pode estar em Lisboa, a Worten criou a Sala Worten Streaming, com transmissões exclusivas no YouTube e na Twitch, onde o público acompanha podcasts em direto como “Humor à Primeira Vista”, “Contraluz” de Luana do Bem ou “Jovem Conservador de Direita”. Haverá também conteúdos extra, bastidores e até dinâmicas interativas com prémios, pensados para envolver quem assiste de casa.
A inovação não fica por aqui: o “Worten Mock Cast”, podcast conduzido por Joana Miranda e Manel Rosa, levou conversas descontraídas com alguns dos comediantes do cartaz, disponíveis no YouTube e no Spotify.
“Seja ao vivo ou online, o que queremos é aproximar a marca das pessoas através do humor, falando a sua linguagem, criando momentos memoráveis e prolongando a experiência muito para lá do festival”, reforça Simão Pires.
Novos talentos e conversas que fazem pensar
A inovação do Worten Mock Fest passa também pela descoberta de novos nomes e pelo debate sobre o papel do humor na sociedade. O palco “Jump in the Pool”, na Sala 2, é dedicado a talentos emergentes da comédia internacional e nacional, incluindo os vencedores do Worten Mock Test, roadshow que percorreu o país em julho à procura de vozes fora da capital.
“Não quisemos limitar-nos a dar nome ao festival, mas sim estar envolvidos com formatos diferenciadores que acrescentam valor e dão palco a novas vozes”, explica.
Paralelamente, as “Conversas [IN]Pertinentes”, iniciativa em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos, reúnem personalidades como Ricardo Araújo Pereira, Diogo Batáguas, João Pereira Coutinho, Mariana Cabral (Bumba na Fofinha) ou Hugo Van Der Ding. O objetivo é discutir o papel do humor na sociedade, da polarização política ao impacto na saúde mental.
“No Worten Mock Fest, o público pode contar sempre com algumas surpresas. Não queremos estragar o efeito surpresa, mas garantimos uma coisa: seja dentro das salas do São Jorge ou a acompanhar digitalmente, ninguém vai sair sem uma boa dose de gargalhadas”, destaca.
Kilt, parcerias e o futuro da marca
O Worten Mock Fest é também um projeto coletivo. Criado pela Kilt, agência que representa artistas como Diogo Batáguas, Luana do Bem ou Guilherme Geirinhas, o festival junta no mesmo palco diferentes expressões do humor e novos formatos de entretenimento, contando ainda com a parceria da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que trouxe debates sobre o humor enquanto fenómeno cultural e social.
Embora esta seja a primeira edição, a Worten acompanha de perto o impacto do festival, monitorizando a adesão aos espetáculos, ativações e envolvimento digital. “Sendo esta a 1.ª edição do Worten Mock Fest, olhámos para este projeto como um momento de teste e de aprendizagem para perceber o impacto que um festival deste género pode ter na relação da Worten com os portugueses”, comenta Simão Pires.
A marca sublinha ainda que a dimensão cultural do festival também foi determinante para a sua criação. “Ao integrar debates e reflexões sobre o humor, acreditamos que o Mock Fest ultrapassa a lógica do entretenimento puro e simples. É também um espaço de encontro cultural, onde se discute o papel do humor na sociedade”, acrescenta o responsável.
O balanço final só chegará depois do dia 30, mas a Worten já olha para o futuro. “Queremos explorar novos formatos, novas figuras e novas plataformas, mantendo o foco na criatividade, na proximidade e na surpresa. (…) Mais do que visibilidade, o que esperamos é reforçar a ligação emocional da marca aos portugueses, num território que já é natural para nós: o humor”, sublinha Simão Pires.
Como resume Simão Pires, “este será apenas o primeiro capítulo de uma história que queremos continuar a escrever com os portugueses, sempre com a gargalhada como ponto de encontro”.
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