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Um estudo da EY, divulgado pela organização do evento, estima um contributo médio anual de 250 milhões de euros ao longo de uma década.
A Web Summit traz todos os anos milhares de empreendedores, investidores e profissionais de tecnologia a Lisboa. Mas o seu impacto vai além dos dias da conferência. Segundo um estudo da EY, divulgado pela organização, o evento terá gerado ou ajudado a estimular cerca de 2,5 mil milhões de euros em atividade económica em Portugal ao longo de 10 anos.
As despesas dos visitantes representam 730 milhões de euros desse total, distribuídos por alojamento, restauração, transportes e comércio. Só em 2025, os gastos dos participantes atingiram os 118 milhões de euros.
A análise identifica também uma associação entre a participação de startups portuguesas como expositoras e o crescimento posterior do volume de negócios e do emprego. Segundo a EY, o contacto com investidores e parceiros internacionais contribui para a expansão destas empresas para outros mercados.
O efeito estende-se à imagem da capital: 93% dos portugueses inquiridos consideram que a Web Summit reforça o reconhecimento internacional de Lisboa e 81% apoiam a realização do evento.
De acordo com o estudo, mesmo descontando os custos de acolhimento da conferência, o benefício estimado para Portugal ultrapassa os 230 milhões de euros por ano.
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