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No primeiro semestre de 2019
Vendas da Sonae aumentam 11%
22 de agosto de 2019
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Vendas da Sonae aumentam 11%
Ema Gil Pires
Jornalista

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e com um enorme fascínio pelo mundo da música e do desporto. Descobrir novas histórias e temáticas inovadoras é algo que lhe desperta um grande interesse, tal como dar a conhecê-las àqueles que a rodeiam.

A Sonae verificou um volume de negócios consolidado de 2985 milhões de euros nos primeiros seis meses do presente ano, o que se traduz num crescimento de 11% em termos homólogos, avançou a marca esta quarta-feira em comunicado de imprensa. Tais resultados contam, de acordo com a visão da CEO da Sonae, Cláudia Azevedo, “com uma contribuição particularmente forte da Sonae MC, um crescimento sólido na Sonae IM e uma melhoria de desempenho da Worten e Sonae Fashion no segundo trimestre”, lê-se no referido documento.

Já ao nível do investimento, os valores apresentados pela Sonae revelam um crescimento de 25,3%, tendo alcançado os 189 milhões de euros e sendo a esse nível “de destacar o investimento realizado pela Sonae MC na aquisição da rede de parafarmácias e cosmética espanhola Arenal e da Sonae IM na aquisição de participações na Cellwize e CB4”, revela o grupo. Por outro lado, a dívida líquida da Sonae diminuiu 131 milhões de euros face ao primeiro semestre de 2018, tendo alcançado um valor total de 1755 milhões de euros.

Adicionalmente, a Sonae revela ter promovido uma melhoria da sua rentabilidade operacional. “O EBITDA subjacente aumentou 24,4% para os 243 milhões de euros, com a Sonae MC a manter o seu nível de rentabilidade de referência e a Sonae Fashion a melhorar margem, apoiada por vendas superiores e pelo seu programa de transformação em curso. O EBITDA total cresceu 10% em termos homólogos”, revela nesse mesmo comunicado Cláudia Azevedo, que descreve todos estes resultados como representativos de “um primeiro semestre muito positivo, com forte crescimento, melhorias de rentabilidade e importantes marcos em termos de gestão de portefólio”.

Por outro lado, o resultado líquido atingiu, nesse mesmo período, os 38 milhões de euros, tendo sido verificada uma queda no valor dos 52,8% - motivada, essencialmente, pelo impacto da venda de participação na Outsystems, relativa ao segundo trimestre de 2018 e sem a qual “o resultado líquido teria aumentado 24%”, esclarece a empresa no mencionado comunicado.

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