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25 anos de Centromarca
“Temos de ser mais ambiciosos na cultura de Marca”
22 de novembro de 2019
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“Temos de ser mais ambiciosos na cultura de Marca”

Há 25 anos que a Centromarca tem feito o seu caminho. 25 anos depois o que falta fazer? Pedro Pimentel, diretor geral da Centromarca, falou com o Imagens de Marca sobre o futuro e refere mesmo que “o balanço até agora é extremamente positivo”.

“A Centromarca representa, através dos seus associados, muitas centenas, e a sua ação traduz-se essencialmente na defesa das necessidades e dos interesses das várias entidades que a compõe, mas também todas as restantes que se inserem no universo do grande consumo. Defender as marcas significa defender melhores produtos, melhores serviços e, acima de tudo, defender uma melhor qualidade de vida para os consumidores”, explica-nos o responsável.

Para assinalar a data, apostou no 1º Congresso das Marcas como forma de “expressar a sua vitalidade e serviço”. Foram debatidos temas como a reconfiguração para um sistema digital e automatizado, o impacto das marcas na vida dos consumidores e até a relevância das marcas para os seus clientes.

“Foi uma oportunidade porque quando se assiste a uma alteração substancial de padrões de comportamento e de consumo, acompanhando fortes transformações geracionais, é importante perceber como reagem as marcas e que papel lhes cabe neste mundo em mudança”, explica o responsável.

Foi ainda galardoado o melhor trabalho jornalístico na área do marketing com o prémio “Jornalista que Marca”. Edgar Caetano, jornalista do Observador, foi o grande vencedor com o trabalho “O futuro do retalho, como será ir às compras num shopping em 2028?”.

“O propósito deste prémio tem um duplo sentido. Por um lado, reconhecer o papel meritório dos jornalistas no esclarecimento, divulgação e sensibilização dos consumidores. E por outro, estimular o interesse dos jornalistas pelo domínio da Marca – sem sentido lato e transversal, entenda-se – e do seu contexto social e económico”, refere ao IM Pedro Pimentel.

Nesta primeira edição foram selecionadas nove peças jornalísticas mas a expetativa, numa próxima edição, é que a seleção seja ainda mais vasta e diversificada.

Para o futuro, o responsável refere que “a Centromarca não é um fim em si mesmo” e que “num contexto de mercados abertos, exigentes e altamente concorrenciais” é preciso ser “mais ambicioso e competente na promoção de uma cultura de Marca e assegurar condições leais de concorrência”, assim como um “justo equilíbrio nas relações contratuais entre fornecedores e distribuidores”.

Acima de tudo, Pedro Pimentel considera que o fundamental para os próximos 25 anos é de facto “ser capaz de marcar a diferença”.

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