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Online cresce 30% este ano
Será esta a “oportunidade de ouro” para o eCommerce português?
23 de abril de 2020
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Será esta a “oportunidade de ouro” para o eCommerce português?

O estado de emergência nacional provocado pelo novo coronavírus veio abrir uma janela de oportunidades para o eCommerce português crescer e multiplicar-se. A chegada do teletrabalho para muitas empresas e a necessidade de encontrarem novos canais de vendas levou a que a transformação digital acelerasse rapidamente.

Muitas empresas estão a aproveitar este momento para reverem as suas estratégias digitais. Nos últimos dias, e num momento em que o acesso à internet em Portugal aumentou cerca de 40%, temos ouvido bastantes lamentos por parte dos gestores e empreendedores, de que deveriam ter investido mais cedo. Mas os que estão a começar ainda vão a tempo de desenvolverem os seus projetos com sucesso”, explica Vera Maia, fundadora e CEO da plataforma “Tudo sobre eCommerce”, responsável pela conceção e desenvolvimento das lojas online de marcas portuguesas.

Mais do que nunca a experiência online tem agora de ser positiva, sob pena dos consumidores não voltarem a repetir a compra.

Produtos lançados através de lives no Instagram, webinars , cursos online, vídeos e atividades de desporto e fitness em livestream – as marcas parecem ter “acordado” para a importância do digital numa altura em que todos estamos confinados às nossas casas.

Os custos de publicidade online desceram, o que igualmente é uma oportunidade para quem ainda tem stock para vender e não tem a sua supply chain parada, seja porque a matéria prima não esteja a ser fabricada ou porque o fornecedor da China não está a fazer envios”, acrescenta Vera Maia.

Mas será este o momento para internacionalizar os negócios online?

“Existem alguns mercados mais afetados por esta crise do que outros. Para aqueles em que os hábitos de consumo já passavam pelo online esta crise surge como uma oportunidade para aumentar ainda mais as vendas. A Amazon, por exemplo, anunciou o recrutamento de 100 mil novos funcionários nos EUA para fazer face às necessidades de recursos que esta pandemia criou. E, dentro das nossas fronteiras, várias empresas começaram a reforçar, com recursos humanos, as suas áreas de comércio eletrónico e correspondentes cadeias logísticas”, diz Vera Maia.

Mas para isso é importante que as marcas continuem a criar relação com os consumidores, já que o seu foco está naquelas em que mais confiam.

“Pela análise que fazemos dos resultados dos nossos clientes, existem duas estratégias que estão a ter maior resultado: primeiro, as campanhas promocionais de desconto direto na compra, principalmente em marcas com pouca notoriedade; segundo, campanhas focadas na fidelização de clientes, em marcas que já contam com uma notoriedade elevada e uma boa base de dados”, explica a CEO.

eCommerce vai crescer 30% ao ano

As circunstâncias atuais indicam repercussões económicas de uma dimensão nunca sentida pelas novas gerações. Para a especialista, vivemos uma era em que “obrigatoriamente, o digital ocupará o lugar do físico”. Não por uma evolução geracional, mas por uma “necessidade de saúde pública”.

É por isso expectável que o “crescimento das vendas online seja exponencial, principalmente nos mercados emergentes, como os do sul da Europa”. A previsão é que o eCommerce registe um crescimento de pelo menos 30% ao ano. Um canal em evolução que deve ser tido em conta por marcas e empresas.

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