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Especial tendências para 2020
Se é tendência… está aqui!
17 de janeiro de 2020
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A viragem para uma nova década parece estar a ser um fator-chave para uma mudança positiva no mindset da sociedade. Desafiamo-lo a conhecer as principais tendências que vão marcar a vida das marcas, das empresas e dos consumidores este ano.


Todos nós estamos ansiosos para ver o que o futuro nos reserva, depois de uma década marcada pela instabilidade política, económica e ambiental. 2020 apresenta-se com um novo sistema de valores impulsionado por consumidores e marcas eticamente orientadas, que trabalham para construir um futuro otimista e mais tranquilo para todos. É isso que indica o estudo anual sobre tendências da J. Walter Thompson. Mas já lá vamos.

Começando pelo mundo da criatividade, vamos ver uma publicidade cada vez mais mobile, relevante e imersiva.

“No futuro, a publicidade não vai parecer publicidade. Será personalizada, experiencial, imersiva e mensurável."

Paulo Pinto, Diretor Criativo Executivo da Havas Portugal.


O responsável pela agência, que até novembro do ano passado liderou o raking das agências de publicidade, segundo a MediaMonitor, explica-nos o que se começa a fazer num momento em que é possível ignorar “banners” e vídeos, e fugir da publicidade convencional: “Para sobreviver a este movimento é necessário que a publicidade se torne cada vez mais pessoal e relevante. 80% dos millennials reconhecem valor em marcas que personalizam as suas ofertas e a sua comunicação. O futuro da publicidade será esta hiper-personalização e hiper-customização para o indivíduo”, refere. É aqui que a tecnologia desempenha um papel essencial. “O machine learning será uma tecnologia usada para aprender o comportamento de cada ID de dispositivo móvel e, consequentemente, de cada usuário para conseguir assim uma personalização em função de gostos, motivações e hábitos de consumo dos usuários monitorados por uma plataforma “human centered”.

Vivemos numa era cada vez mais mobile, onde “o vídeo cresce e o aparelho domina todos os cenário”, e em que publicidade será mais imersiva. “Com o 5G, as pessoas terão acesso à realidade aumentada e à realidade virtual. Tecnologias que intensificam a tendência de transformar a publicidade numa grande experiência para o consumidor. Esse acesso ao 5G permite que o futuro da publicidade seja cada vez mais centrado em tecnologias imersivas”, realça Paulo Pinto.

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Na área das marcas e do marketing também a JWT, no seu relatório “The Future 100”, aponta algumas tendências:


Gamefluencers: Os jogos perfilam-se como a próxima fronteira para as ativações de marca, e as estrelas do desporto estão a converter-se nas novas celebridades.

Branding de som: Empresas de todos os setores estão a criar sons personalizados para reforçar as suas identidades de marca e estabelecer conexões multidimensionais com os consumidores de hoje.

Os novos super criativos: As ferramentas digitais estão a melhorar os hábitos criativos da próxima geração de consumidores e estão a dar-lhes uma voz poderosa.

Renascimento analógico: Os produtores de cultura estão a recorrer a formatos analógicos para diminuir o “ruído” digital. Na era digital, os formatos analógicos oferecem novidade com a ajuda da nostalgia.

Economia do conteúdo original: O conteúdo original da marca está a converter-se num pilar chave numa indústria do entretenimento, e também como uma nova forma de as marcas captarem a atenção dos consumidores que procuram entretenimento além dos formatos de televisão tradicional.

Marcas climaticamente positivas: As marcas pioneiras estão a conferir sustentabilidade aos seus modelos de negócios, apostando o seu investimento na sua ideologia.

Ações de marca disruptivas: Os consumidores preocupam-se com a sustentabilidade e agora, graças à grande quantidade de informação disponível, podem ser verdadeiros investigadores quando analisam a transparência das afirmações sustentáveis e pró-ambiente das empresas.

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A agência destaca ainda outras tendências nos mais variados setores. Vejamos os destaques:


Cultura: Futuros Otimistas. Os dias negativos terminaram e as empresas com visão de futuro estão iluminar o caminho com uma perspetiva ponderada, mas ao mesmo tempo realista e positiva.

Tecnologia e Inovação: A era da privacidade. Com a utilização de dados pelas marcas amplamente percecionado como antiético, os novos esforços de correção neste rumo apontam para um futuro em que os consumidores possuem os seus próprios dados e têm o controlo total das suas identidades digitais.

Alimentação & Bebidas: Interiores anti-instagram. Os restaurantes mais recentes estão a afastar-se do design previsível e vernacular das redes sociais. Em vez disso, apostam em criar ambientes escuros e mais intimistas que dão prioridade à interação social.

Beleza: Beleza azul. As marcas de cosmética estão a fazer dos oceanos a fonte dos seus ingredientes, de forma a estarem alinhadas com o desejo dos consumidores por produtos naturais e sustentáveis.

Retalho: Edições éticas. Os consumidores procuram cada vez mais por marcas cujos valores estão alinhados com os seus. Como respostas, os retalhistas estão a adaptar os seus produtos e plataformas para mostra a sua ética e ajudar os consumidores a comprar com propósito.

Saúde: Saúde psicadélica. As drogas psicadélicas estão a destacar-se como a próxima geração de terapias.

Finanças: Finanças da Geração Z. Os jovens de hoje vão precisar de aprender a dar valor ao dinheiro sem ter que tocar nele. As aplicações de educação financeira podem ajudar a geração Z e os mais jovens com ferramentas de planeamento do seu futuro financeiro digital.

Luxo: O explorador de uma nova era. À medida que os consumidores tentam adotar uma mentalidade mais otimista, as viagens estão a evoluir de serem apenas um “escape” para uma verdadeira meditação sobre a positividade e a felicidade, e um canal de bem-estar.

Viagens e Hospitalidade: Viagens que contribuem positivamente para o ambiente. A onda de novas iniciativas na indústria do turismo estão a mudar ativamente para práticas com pegada de carbono positivo, o que indica que esta área terá uma consciência ambiental cada vez maior.

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E já que falamos em turismo, os camarotes personalizados e inteligentes, o entretenimento centrado nas pessoas e viajar com um propósito são as tendências de futuro na experiência dos viajantes. É isso mesmo que indica o relatório “O Futuro da Experiência dos Viajantes”, realizado pela companhia MSC Cruzeiros. Este documento adianta que, nomeadamente na indústria dos cruzeiros, “O luxo passará a ser hiper-luxuoso, os spas serão hiper-revitalizantes, o entretenimento será 5D e até mais, e as viagens serão orientadas por um propósito, o que enriquecerá a vida e a mente dos viajantes. Os hóspedes do futuro valorizarão a fluidez, a liberdade e a fluência cultural, enquanto procuram pela descoberta e pelo autoaperfeiçoamento. As marcas do sector das viagens terão de dar resposta, proporcionando experiências com as quais os viajantes de diferentes mentalidades se identifiquem e comunicando novas perspetivas que os ajudem a crescer e a progredir”, lê-se no relatório.


Vivemos na era da transformação digital e não há como fugir.


Não podemos falar de tendências sem abordar o mundo digital. Em 2020 são quatro as tendências digitais às quais as pequenas empresas devem estar atentas, segundo a GoDaddy, conhecida plataforma de cloud dedicada a pequenos negócios e empreendimentos independentes. Vejamos quais:

Captar a atenção através das redes sociais: A popularidade de redes, como Tik Tok, pode ser uma forma de chegar aos segmentos mais jovens. Na realidade, isso permite às marcas um contacto direto com as novas gerações, que não estão tão atentas ao marketing tradicional. Neste sentido, é também importante que as empresas participem de forma ativa nas conversas com os consumidores.

Aumento da preocupação das pequenas empresas em não terem uma página web: Segundo o relatório da GoDaddy, “O teu negócio tem uma web?”, 23% dos consumidores inquiridos confia menos numa empresa que não tenha uma página virtual. É, por isso, fundamental que os pequenos negócios tenham presença online.

Crescimento dos pequenos negócios “e-commerce” como resposta à falta de tempo dos clientes: Os utilizadores vivem hoje em contrarrelógio. Neste sentido, as ferramentas digitais converteram-se num grande aliado na hora de fazer as atividades quotidianas, como é o caso de efetuar uma compra. De acordo com o relatório da GoDaddy, 69% dos utilizadores compra online, apesar da loja da marca estar perto. Por isso, a confiança do cliente, criada no estabelecimento físico, ou a possibilidade de fazer um pedido online e recolhê-lo fisicamente apresentam-se como valores diferenciadores em relação aos atores de maior dimensão ou presença global.

Mais procuras através da voz: O voice searching ou a busca por voz está a ter uma importância cada vez maior. Esta ferramenta permite ao consumidor aceder de forma mais rápida e simples a determinada informação, e a previsão é que esta tendência continue a crescer nos próximos anos. Por essa razão, as pequenas empresas devem adaptar os conteúdos das suas páginas web de forma a que os assistentes ofereçam informação sobre a sua marca ou empresa logo nos primeiros resultados.

Estas são apenas algumas das tendências que decidimos reunir. Mas há até quem defenda que devemos evitar seguir tendências e que aquilo que realmente importa são as mudanças. “Se algo é visto como tendência isso significa – utilizando um termo usado na indústria da moda – já estar no «wear end» do seu ciclo. São as mudanças que que impulsionam alterações na nossa sociedade. As mudanças acontecem em momentos de progresso cultural ou tecnológico significativo que mudam o estado das coisas e oferece às pessoas novos valores ou hábitos. As tendências são a micro-resposta a essas macro-mudanças”, refere Daniel Capstick, Diretor Criativo da agência DixonBaxi, e colaborador do site shots.net. É caso para dizer que seguir uma tendência fica ao seu critério.

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