Procura por seguros de habitação dispara 96% após tempestades no arranque de 2026

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Procura por seguros de habitação dispara 96% após tempestades no arranque de 2026
30 de Março de 2026
Procura por seguros de habitação dispara 96% após tempestades no arranque de 2026
Procura por seguros de habitação dispara 96% após tempestades no arranque de 2026
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Procura por seguros de habitação dispara 96% após tempestades no arranque de 2026
Marco Silva
Coordenador Editorial Digital
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Os eventos climáticos extremos que marcaram o início de 2026 não deixaram apenas marcas na paisagem; alteraram também as prioridades de consumo dos portugueses. 


Segundo dados recentes da insurtech MUDEY, o número de pedidos de cotação para seguros multirriscos habitação praticamente duplicou (96%) nos primeiros dois meses do ano, face ao período homólogo de 2025.


O cenário de instabilidade meteorológica refletiu-se diretamente nas coberturas mais solicitadas. A proteção contra danos por água está presente em 89% das simulações, enquanto os riscos elétricos acompanham 80% dos pedidos. Estes dados revelam um consumidor mais atento às vulnerabilidades imediatas da sua casa, procurando salvaguardar o património perante imprevistos que o início do ano tornou mais evidentes.


O perfil de quem procura esta segurança é claro: 83% dos pedidos provêm da faixa etária entre os 30 e os 59 anos, com um capital médio segurado (o valor para reconstrução ou reparação) a fixar-se nos 233.601€.


O estudo da plataforma digital mostra ainda que a perceção de risco varia consoante a geografia. Nas zonas de maior atividade sísmica, como Lisboa, Setúbal e Faro, 72% dos clientes pedem a inclusão da cobertura de fenómenos sísmicos. No resto do país, essa percentagem baixa para os 53%.


No entanto, existe um fosso entre a intenção e a decisão final. "Apesar do interesse, o número de simulações com proteção sísmica é significativamente superior à sua contratação real", explica Ana Teixeira, cofundadora da MUDEY. Segundo a responsável, muitos consumidores reconhecem o risco, mas acabam por abdicar desta proteção quando confrontados com o impacto no prémio final da apólice.


A subida exponencial na procura através de plataformas 100% digitais reforça também uma mudança no setor segurador: o cliente procura autonomia para comparar opções e entender as entrelinhas das coberturas. Num momento em que o contexto global e climático traz incerteza, a transparência e a facilidade de simulação tornam-se ferramentas essenciais para as marcas de seguros que querem ganhar a confiança deste novo consumidor.

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