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Pesquisa

A terceira edição do Relatório Global de Consumo da MARCO confirma a consolidação do trabalho híbrido como modelo dominante em Portugal. Segundo o estudo, 79% dos portugueses preferem regimes híbridos ou totalmente remotos, um aumento de 9% face a 2024 e o valor mais elevado entre os países europeus analisados.
O relatório, que envolveu 4.500 participantes de sete países, Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, México e Brasil, avalia a evolução do trabalho híbrido e o seu impacto nas organizações.
A tendência de flexibilização mantém-se forte no mercado português, com a maioria dos inquiridos a valorizar modelos que conciliam vida pessoal e profissional. Em linha com esta evolução, 74% dos participantes acreditam que o trabalho híbrido não prejudica as relações entre colegas, contrariando receios frequentes de alguns mercados europeus, como França e Alemanha, onde a presença física continua mais valorizada.
Para a MARCO, estes resultados reforçam a necessidade das empresas alinharem práticas internas com as expectativas das equipas. Carlos García, Diretor de Comunicação Interna, sublinha que ambientes que promovem flexibilidade, propósito e oportunidades de desenvolvimento são decisivos para atrair e reter talento.
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