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As conclusões do estudo “Who Cares”
Portugueses acham marcas pouco empáticas
29 de novembro de 2019
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Portugueses acham marcas pouco empáticas

Os portugueses continuam a achar as marcas pouco empáticas. Esta é a principal conclusão do estudo “Who Cares”, da comOn, com o apoio da Netquest, que, pelo terceiro ano, volta a interrogar os consumidores sobre se as marcas respondem ou não às suas necessidades.

Tal como nos anos anteriores (2017 e 2018), os valores médios de empatia obtidos para as diferentes categorias refletem uma avaliação positivamente baixa (com uma média de todas as categorias igual a 4,97 numa escala de 1 a 7).

O Imagens de Marca esteve à conversa com Filipe Macedo, diretor marketing da comOn, que nos explicou a importância deste estudo para o mercado.


Então mas quais são afinal as marcas mais empáticas para os portugueses?

Segundo o estudo, a Google volta a ocupar o primeiro lugar pelo terceiro ano consecutivo. Já o YouTube e o Facebook, que ocupavam o 2º e o 3º lugar no último estudo, ficaram de fora do top 10 este ano. O Continente e o Lidl subiram também de uma forma geral, mas o maior destaque vai para a Huawei, que sobe do 25º lugar em 2018 para o 6º este ano. Nos últimos lugares estão as marcas da categoria de Seguros e Banca, fenómeno similar aos anos anteriores, com uma tendência para decréscimo na empatia em particular para a Banca.

Mas como olham os portugueses para as marcas? O que é necessário fazer e que caminhos seguir? Nós quisemos saber algumas das conclusões deste estudo.

Não reconhecemos marcas como empáticas?

Quão difícil é para os portugueses reconhecer marcas como empáticas? 56% dos entrevistados não foi capaz de identificar 5 marcas empáticas. Será que este comportamento se repete em outros mercados? As questões são muitas, e as hipóteses também. Vivemos uma época de desconfiança e descrença com as marcas? As trocas monetárias influenciam na perceção da empatia? Filipe dá algumas respostas.


Marcas podem ser amigas

Google, Continente, Lidl, Olá, Nestlé, Youtube, Compal, Facebook, Pingo Doce e Nívea foram as primeiras marcas que os entrevistados escolheriam para serem suas amigas. O que foi possível analisar é que as marcas escolhidas como amigas são everyday brands, ou seja, marcas do nosso dia a dia, em geral precisamos de produtos destas marcas todos os dias. E pela necessidade, acabámos por ficar próximas delas (assim como queremos ficar dos nossos amigos).


A tecnologia é nossa amiga?

Interessa perceber que algumas das marcas que os portugueses consideram amigas estão no setor da tecnologia, como por exemplo a Google, o YouTube ou o Facebook. Será que serão estas as Love Brands do futuro?


O que há a fazer no futuro para que as marcas portuguesas sejam mais empáticas?

“Who Cares?” Esta pergunta, que também é o título do estudo, é a interrogação que deveria fazer o mercado “parar”. Quem se importa com a empatia das marcas? A resposta deveria ser “toda a gente”, visto que este é um sentimento capaz de transformar pessoas e organizações, é também uma ferramenta poderosa para transformar mercados e, consequentemente, realidades.


Estas são apenas algumas das conclusões do estudo da comOn que pode consultar de forma gratuita em www.who-cares.pt.

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