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Montepio planta no Carnaval
“Pintar de novo a floresta de verde”
14 de fevereiro de 2018
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15 de outubro de 2017. 90% da floresta consumida pelas chamas. O que antes era um paraíso verde, deu lugar a cinzas e lama.

Folgosinho, na freguesia de Gouveia, foi uma das zonas mais afetadas por aquele que é considerado o mais trágico incêndio registado no ano passado. Quem não sentiu um “arrepio” ao ver aquelas imagens na televisão?

A verdade é que ninguém ficou indiferente, incluindo as marcas. E na hora de reerguer, a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) quis “pintar de novo a floresta de verde”.

Este Carnaval, a ação “Plantar no Entrudo – 2018” conseguiu dar mais alegria à aldeia portuguesa ao plantar 3500 árvores, uma por cada colaborador.

“Esta ação de reflorestação de parte da área ardida de Folgosinho nasce da combinação da vontade da CEMG ajudar, e da ação de um dos nossos colaboradores que criou uma ONG, a Folgonatur, precisamente para ajudar à recuperação da sua terra, muito afetada pelos incêndios de outubro”, explica Patrícia Fernandes, diretora de marketing digital, inovação e comunicação da CEMG.

“Este ano o Natal tem outra cor” foi o desafio lançado pelo banco em dezembro. Agora a marca põe mãos à obra na plantação de bétulas, carvalhos e castanheiros.

“Mas o apoio às vítimas dos incêndios começou de imediato. Sendo nós o banco da Economia Social e tendo as instituições do terceiro setor como nossas parceiras, em junho criámos, com a União das Misericórdias, um IBAN Solidário, que angariou mais de 450 mil euros em donativos para apoio às vítimas dos incêndios na região Centro. Além disso, foram criadas duas linhas de apoio financeiro, uma para particulares e outra para empresas da zona Centro para acelerar a reconstrução e retoma rápida da atividade económica. Em outubro, voltámos a criar um IBAN solidário em conjunto com a Cáritas Portuguesa, desta vez para apoiar as vítimas da nova vaga de incêndios”, acrescenta Patrícia Fernandes.

Os próprios colaboradores da CEMG e de todo o Grupo Montepio foram os voluntários desta ação coordenada pela Fundação Montepio.

“Todo o grupo Montepio tem um forte historial de voluntariado corporativo e apoio a iniciativas solidárias, e a CEMG não é exceção. A solidariedade e o apoio ao próximo estão nos genes dos colaboradores e acredito que esta ação deixe poucas pessoas indiferentes. Trabalhar numa instituição que nos convida a trocar o escritório pelo trabalho no terreno, no apoio à comunidade, é muito motivador, significativo e gratificante. Com mais um pormenor importante: vamos ajudar a recuperar a terra natal de um dos nossos colegas”, explica a responsável da CEMG.

Folgonatur, a associação defensora da floresta

Dos 5500 hectares que compõem a freguesia de Folgosinho, cerca de 1500 hectares de pinhal arderam. Uma “revolta enorme” foi o que sentiu António Tadeu, responsável da direção de recuperação de crédito da CEMG no Porto e presidente da Folgonatur.

“Folgosinho era reconhecido quase como um paraíso florestal. A natureza apresentava-se-nos harmoniosa e convidava à visita e à permanência dos amantes da natureza. Tinha conseguido resistir a inúmeras investidas dos incêndios de anos anteriores e, possivelmente por isso, foi duplamente dolorosa a constatação cruel do desaparecimento de todo o verde do nosso horizonte, seja qual for a perspetiva do observador. Novos e velhos, ainda hoje estão desolados mas não abatidos, pois lutamos todos para um objetivo: a reflorestação”, refere-nos António Tadeu.

António viu aqui uma oportunidade para fazer a diferença na sua região de coração. Criou a Folgonatur, associação que nasce com o objetivo de reflorestar Folgosinho e recuperar a flora e fauna afetadas pelos incêndios.

“Sente-se a diferença desde o dia 28 de outubro, data em que a Folgonatur apresentou o seu projeto à população, o que acredito que está a mudar mentalidades. As pessoas estão a compreender que podem elas próprias fazer coisas relevantes em prol do interesse público. Depois muda também a própria postura das empresas e dos empresários da região, que demonstram uma atitude de maior atenção e cuidado para com quem se dedica à comunidade, querendo fazer parte do esforço. Por fim, também pode contribuir para uma mudança mais alargada e em todo o interior, são estes exemplos de cidadania, que Folgosinho e a Folgonatur estão a dar”, remata.

E porque a Folgonatur precisa de um espaço e equipamento para funcionar, a CEMG doou os móveis e material de escritório.

Uma ação solidária com o objetivo de se perpetuar durante os próximos anos.

“Pintar de novo a floresta de verde”
Ana Gaboleiro
Jornalista

Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social, inspiram-na a natureza e as atividades ao ar livre. Conhecer novas pessoas, visitar regiões e as suas tradições, e trazer na memória os sabores e cheiros que caracterizam o país é o que a move.

15 de outubro de 2017. 90% da floresta consumida pelas chamas. O que antes era um paraíso verde, deu lugar a cinzas e lama.

Folgosinho, na freguesia de Gouveia, foi uma das zonas mais afetadas por aquele que é considerado o mais trágico incêndio registado no ano passado. Quem não sentiu um “arrepio” ao ver aquelas imagens na televisão?

A verdade é que ninguém ficou indiferente, incluindo as marcas. E na hora de reerguer, a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) quis “pintar de novo a floresta de verde”.

Este Carnaval, a ação “Plantar no Entrudo – 2018” conseguiu dar mais alegria à aldeia portuguesa ao plantar 3500 árvores, uma por cada colaborador.

“Esta ação de reflorestação de parte da área ardida de Folgosinho nasce da combinação da vontade da CEMG ajudar, e da ação de um dos nossos colaboradores que criou uma ONG, a Folgonatur, precisamente para ajudar à recuperação da sua terra, muito afetada pelos incêndios de outubro”, explica Patrícia Fernandes, diretora de marketing digital, inovação e comunicação da CEMG.

“Este ano o Natal tem outra cor” foi o desafio lançado pelo banco em dezembro. Agora a marca põe mãos à obra na plantação de bétulas, carvalhos e castanheiros.

“Mas o apoio às vítimas dos incêndios começou de imediato. Sendo nós o banco da Economia Social e tendo as instituições do terceiro setor como nossas parceiras, em junho criámos, com a União das Misericórdias, um IBAN Solidário, que angariou mais de 450 mil euros em donativos para apoio às vítimas dos incêndios na região Centro. Além disso, foram criadas duas linhas de apoio financeiro, uma para particulares e outra para empresas da zona Centro para acelerar a reconstrução e retoma rápida da atividade económica. Em outubro, voltámos a criar um IBAN solidário em conjunto com a Cáritas Portuguesa, desta vez para apoiar as vítimas da nova vaga de incêndios”, acrescenta Patrícia Fernandes.

Os próprios colaboradores da CEMG e de todo o Grupo Montepio foram os voluntários desta ação coordenada pela Fundação Montepio.

“Todo o grupo Montepio tem um forte historial de voluntariado corporativo e apoio a iniciativas solidárias, e a CEMG não é exceção. A solidariedade e o apoio ao próximo estão nos genes dos colaboradores e acredito que esta ação deixe poucas pessoas indiferentes. Trabalhar numa instituição que nos convida a trocar o escritório pelo trabalho no terreno, no apoio à comunidade, é muito motivador, significativo e gratificante. Com mais um pormenor importante: vamos ajudar a recuperar a terra natal de um dos nossos colegas”, explica a responsável da CEMG.

Folgonatur, a associação defensora da floresta

Dos 5500 hectares que compõem a freguesia de Folgosinho, cerca de 1500 hectares de pinhal arderam. Uma “revolta enorme” foi o que sentiu António Tadeu, responsável da direção de recuperação de crédito da CEMG no Porto e presidente da Folgonatur.

“Folgosinho era reconhecido quase como um paraíso florestal. A natureza apresentava-se-nos harmoniosa e convidava à visita e à permanência dos amantes da natureza. Tinha conseguido resistir a inúmeras investidas dos incêndios de anos anteriores e, possivelmente por isso, foi duplamente dolorosa a constatação cruel do desaparecimento de todo o verde do nosso horizonte, seja qual for a perspetiva do observador. Novos e velhos, ainda hoje estão desolados mas não abatidos, pois lutamos todos para um objetivo: a reflorestação”, refere-nos António Tadeu.

António viu aqui uma oportunidade para fazer a diferença na sua região de coração. Criou a Folgonatur, associação que nasce com o objetivo de reflorestar Folgosinho e recuperar a flora e fauna afetadas pelos incêndios.

“Sente-se a diferença desde o dia 28 de outubro, data em que a Folgonatur apresentou o seu projeto à população, o que acredito que está a mudar mentalidades. As pessoas estão a compreender que podem elas próprias fazer coisas relevantes em prol do interesse público. Depois muda também a própria postura das empresas e dos empresários da região, que demonstram uma atitude de maior atenção e cuidado para com quem se dedica à comunidade, querendo fazer parte do esforço. Por fim, também pode contribuir para uma mudança mais alargada e em todo o interior, são estes exemplos de cidadania, que Folgosinho e a Folgonatur estão a dar”, remata.

E porque a Folgonatur precisa de um espaço e equipamento para funcionar, a CEMG doou os móveis e material de escritório.

Uma ação solidária com o objetivo de se perpetuar durante os próximos anos.

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