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Calamidade está a afetar região
Marcas portuguesas solidárias com Moçambique
21 de março de 2019
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Marcas portuguesas solidárias com Moçambique
Ana Gaboleiro
Coordenadora Editorial Digital

Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social, inspiram-na a natureza e as atividades ao ar livre. Conhecer novas pessoas, visitar regiões e as suas tradições, e trazer na memória os sabores e cheiros que caracterizam o país é o que a move.

Nos últimos dias muito se tem falado da catástrofe de Moçambique, com a passagem do ciclone Idai. Milhares de moçambicanos foram afetados pelas cheias e neste momento a região precisa de ajuda humanitária.

A proximidade ao território não deixou as marcas portuguesas indiferentes como é o caso dos CTT que, em parceria com os Correios de Moçambique, vão lançar uma ação de recolha de roupas doadas pelos portugueses nas Lojas CTT a partir da próxima segunda-feira, dia 25 de março, e até dia 8 de abril.

A marca está a fornecer Embalagens Solidárias para que os portugueses possam enviar roupas para Moçambique. Basta chegar a uma das 538 Lojas CTT, pedir uma Embalagem, colocar o donativo e o envio será realizado, de forma gratuita. Os portugueses podem contribuir com roupas, uma das grandes necessidades neste momento, segundo o pedido dos Correios de Moçambique.

“Esta ação em colaboração com os Correios de Moçambique envolve todo o universo CTT, em particular a nossa rede de Lojas, que permite de forma ágil e dinâmica transformar esta ação num enorme sucesso contribuindo para ajudar as comunidades moçambicanas afetadas. Move-nos ajudar Moçambique”, refere Miguel Salema Garção, diretor de marca, comunicação e sustentabilidade.

Já a Galp diz disponibilizar bens de emergência à Cruz Vermelha para apoiar nas operações de socorro, no valor de 150 mil euros, com foco na província de Sofala.

Consciente que a disponibilidade de combustível é fundamental para as operações de socorro e de reconstrução, a Galp está centrada em assegurar a normalidade das operações nos seus postos de abastecimento nas zonas afetadas.

Paralelamente, a marca diz mobilizar os seus colaboradores em diversas geografias para a recolha de bens identificados pela Cruz Vermelha e que serão enviados para Moçambique por avião nos próximos dias.

Também o Millennium bcp, a Caixa Geral de Depósitos e a Fidelidade uniram-se à Cruz Vermelha Portuguesa e à UNICEF no apoio às vítimas do ciclone Idai, em Moçambique.


Juntas, as três empresas deram um contributo inicial de 150 mil euros, que será dividido em igual parte pela Cruz Vermelha e pela UNICEF, sem prejuízo de outros apoios que cada uma das empresas está a desenvolver a nível local.

As marcas estão a apelar aos portugueses para que contribuam para esta angariação de fundos de apoio às vítimas através de transferência bancária ou depósito para as Contas Solidárias na Caixa Geral de Depósitos e no Millennium bcp.

A Água Monchique também já se mobilizou e decidiu assinalar o Dia Mundial da Água com um donativo no valor de 5 mil euros à Cruz Vermelha Portuguesa, convidando toda a comunidade a marca este Dia demonstrando a sua solidariedade para com as comunidades afetadas pela passagem do ciclone.

“Elegemos o dia em que estamos a celebrar a Água, este recurso natural essencial à Vida, para sensibilizar toda a comunidade para a oportunidade que todos nós temos de, com o contributo individual, ajudar a minorar esta catástrofe”, revela Vítor Hugo Gonçalves, CEO da Sociedade da Água de Monchique.


Também a SIC e o Expresso juntam-se à SIC Esperança no lançamento da campanha “Apoiar Moçambique”, com vista a angariar fundos para apoiar as vítimas do ciclone Idai. A campanha nasceu da iniciativa do artista luso-moçambicano da banda Quinta do Bill, Carlos Moisés, que mobilizou um grupo de músicos para criar um hino de apoio a Moçambique e que desafiou a SIC Esperança a desenvolver o projeto.

A angariação decorre até ao dia 4 de abril, sendo que o montante angariado será aplicado no apoio direto aos beneficiários da instituição, na reconstrução das instalações que ficaram danificados e na construção de uma casa de acolhimento para crianças afetadas pela tragédia. Até ao momento, já foram angariados 174.615,00€ pela linha solidária e 25.005,50€ através da conta bancária da iniciativa.

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