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IKEA lançou movimento para combater o problema
Mais de 60% de portugueses têm problemas de sono
14 de março de 2019
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Mais de 60% de portugueses têm problemas de sono
Ema Gil Pires
Jornalista

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e com um enorme fascínio pelo mundo da música e do desporto. Descobrir novas histórias e temáticas inovadoras é algo que lhe desperta um grande interesse, tal como dar a conhecê-las àqueles que a rodeiam.

Antecipando o Dia Mundial do Sono, celebrado a 15 de março, a IKEA reuniu, no seu espaço no Fórum Sintra, especialistas nacionais para falarem sobre a importância que o sono apresenta para uma vida saudável, lançando assim o movimento #vamosdormir. Sabendo que mais de 60% dos portugueses assumem ter problemas de sono, a IKEA decidiu promover esta iniciativa que pretende avaliar a qualidade do sono dos cidadãos.

Sob o mote “Vamos Dormir”, a iniciativa promoveu uma discussão relativa aos principais hábitos e cuidados a ter em conta para melhorar a qualidade do sono, sessão que contou com a participação da neurologista Teresa Paiva, do pediatra Mário Cordeiro, da pneumologista Susana Sousa e da especialista em sono infantil Filipa Sommerfeldt Fernandes.

“Estamos a incentivar um movimento para dar ao sono a sua real importância. Mais do que uma tendência, estamos a promover uma mudança de hábitos. Convidámos estas personalidades para falar sobre o sono e contextualizar esta necessidade”, comenta Helena Gouveia, responsável de marketing da IKEA Portugal.

Dentro deste movimento, a marca lançou as suas primeiras quatro playlists no Spotify, as quais são gratuitas e se encontram relacionadas com a temática do sono. Enquanto uma dessas listas é dirigida a crianças, outra pretende contribuir para um acordar com energia e as restantes duas têm como objetivo ajudar qualquer pessoa a dormir melhor.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o distúrbio do sono afeta cerca de 40% da população mundial, sendo já considerado um problema de saúde pública relevante. A curto prazo, a falta de sono gera um estado emocional instável e afeta as capacidades de trabalho e de concentração, o tempo de reação, o raciocínio lógico e a capacidade para tomar decisões, aumentando também o risco de acidentes.

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