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Desenvolvida pelo MIT
Inteligência artificial permite detetar a depressão
13 de setembro de 2018
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Inteligência artificial permite detetar a depressão
Ema Gil Pires
Jornalista Estagiária

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e com um enorme fascínio pelo mundo da música e do desporto. Descobrir novas histórias e temáticas inovadoras é algo que lhe desperta um grande interesse, tal como dar a conhecê-las àqueles que a rodeiam.

O MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) é o responsável pelo desenvolvimento de uma ferramenta que recorre à inteligência artificial para concluir se uma pessoa evidencia sinais de sofrer de uma depressão, através da simples análise da voz da mesma.


Da responsabilidade da investigadora Tuka Alhanai, este sistema foca-se na análise da linguagem de cada indivíduo, tendo sido utilizada uma rede neural para determinar características de fala que se encontram de certa forma relacionadas com a depressão. Além disso, foi ainda desenvolvido um algoritmo que permite identificar padrões que provavelmente indiciam uma depressão.


Este sistema de inteligência artificial foi configurado recorrendo a 142 conversas gravadas, de forma a avaliar se uma pessoa está deprimida e qual a gravidade dessa depressão, sendo as conclusões retiradas com base em gravações de áudio e transcrições escritas da própria pessoa.


De acordo com a investigadora, este sistema, que recorre a uma rede neural que permite identificar padrões de resposta, em vez de analisar cada uma das reações isoladamente, apresentou uma maior taxa de precisão quando foram consideradas respostas em contextos específicos. De facto, 83% dos testes realizados apontaram diagnósticos corretos, avança o Brainstorm9.


Já são várias as utilizações médicas que são dadas a sistemas de inteligência artificial, como é o caso de ferramentas que têm a capacidade de diagnosticar com precisão doenças oculares, o cancro da mama e outras doenças, permitindo ainda identificar distúrbios como a esquizofrenia e o Alzheimer. Porém, é importante considerar que todos estes diagnósticos têm de ser feitos sob supervisão médica, não podendo ser adotados de forma massificada.

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