Imagina-se a viver sem redes sociais? Veja o que dizem os portugueses

Pesquisa

Estudo
Imagina-se a viver sem redes sociais? Veja o que dizem os portugueses
24 de Fevereiro de 2023
Imagina-se a viver sem redes sociais? Veja o que dizem os portugueses
Imagina-se a viver sem redes sociais? Veja o que dizem os portugueses
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit.
Imagina-se a viver sem redes sociais? Veja o que dizem os portugueses
Em destaque
00 Artigo - Lateral texto00 Artigo - Lateral texto
Continuar a ler depois do destaque
Em destaque
00 Artigo - Horizontal topo texto00 Artigo - Horizontal topo texto

As redes sociais têm ganho cada vez mais terreno na vida de todos e, segundo a 3ª edição do estudo Meaningful Media do Havas Media Group, é um dos meios mais utilizados pelos portugueses. Mas será o mais indispensável? 

 

Este estudo, que avalia as tendências de consumo dos portugueses, apontam para a predominância das redes sociais como um dos meios mais utilizados (79%), a par dos motores de busca (88%), mas a opinião dos portugueses difere quando se trata de credibilidade.


Além de não serem consideradas credíveis, estas plataformas são ainda acusadas de gerar “elevados níveis de incómodo”. Mas como podem as redes sociais serem tão utilizadas pelos portugueses e, simultaneamente, consideradas tão pouco credíveis e acusadas de causar desconforto?


O Imagens de Marca esteve à conversa com Sofia Vieira, diretora de Insights & Strategy do Havas Media Group, que nos explica o motivo deste “dilema digital”:


“As redes sociais cumprem uma função de entretenimento, de descoberta de coisas novas e também uma função de conveniência muito grande. Quantos de nós não usamos as redes sociais para consultar notícias, para ver rapidamente as gordas do dia? As primeiras grandes notícias. Mas o que eu estou a consumir não é conteúdo de redes sociais. Eu estou a consumir nas redes sociais, ou via redes sociais, conteúdo de meios mais tradicionais como os jornais, como a rádio, como os canais de televisão aberta e os canais informativos”, esclarece.


Do “dilema digital” nasce o “dilema da atenção” provocado pelo recorrente impacto que as marcas e empresas procuram ter junto do consumidor. Apesar do objetivo ser aumentar a sua expressão e notoriedade, o efeito acaba por ser exatamente o contrário, dando aso à repetição de conteúdos e, consequentemente, à sensação de intrusão.


A diretora de Insights & Strategy do Havas Media Group explica ainda que “há mais de cinquenta por cento das pessoas a dizer que utilizam as redes sociais para preencher tempo vazio”, questão que se prende também com a necessidade de entretenimento. “Há fatores que crescem de ano para ano. E o que cresce, sem dúvida nenhuma, no último ano é a necessidade de entretenimento. Estamos cansados de navegar um contexto de incerteza muito grande. Há uma necessidade de escapar à rotina, à realidade”, salienta.


Daí que se observe um crescimento do consumo dos serviços de streaming de vídeo (com uma subida de quatro pontos percentuais para 33%) e de áudio (com uma subida de dois pontos percentuais para 30%), comparativamente ao estudo de 2021.


“Engraçado que quando perguntamos às pessoas quais são as categorias de produto em que vão reduzir mais, vão aumentar mais, ou vão manter o nível de gasto, os serviços de streaming de áudio são, a seguir aos bens alimentares e aos cuidados de saúde, a categoria de produto em que o maior número de pessoas diz que vai manter os gastos”.


Apesar da grande necessidade de entretenimento, há meios que os portugueses não dispensam de todo como é o caso da televisão (canais de tv abertos, com 54%) e dos motores de busca (54%). Estes são os dois meios que os inquiridos dizem não abdicar, além da rádio e dos jornais (36% e 30%, respetivamente). No fundo, segundo o estudo desenvolvido pelo Havas Media Group, os portugueses não prescindem dos meios de informação tradicionais.


As redes sociais aparecem em último lugar no ranking, sendo apenas indispensáveis para 27% dos inquiridos.


Mesmo passados três anos após o início da pandemia, altura em que o consumo de conteúdos de entretenimento aumentou exponencialmente, a tendência parece manter-se, uma vez que os tempos são de “incerteza” e os conteúdos leves continuam a ser uma escapatória.


Em destaque
01 Artigo - Horizontal Final do artigo01 Artigo - Horizontal Final do artigo
Em destaque
01 Artigo - Horizontal Final do artigo 201 Artigo - Horizontal Final do artigo 2

Artigos Relacionados

fechar

Imagina-se a viver sem redes sociais? Veja o que dizem os portugueses

O melhor do jornalismo especializado levado até si. Acompanhe as notícias do mundo das marcas que ditam as tendências do dia-a-dia.

A enviar...

Consulte o seu email para confirmar a subscrição.

Li e aceito a política de privacidade.

Imagina-se a viver sem redes sociais? Veja o que dizem os portugueses

Fique a par das iniciativas da nossa comunidade: eventos, formações e as séries do nosso canal oficial, o Brands Channel.

A enviar...

Consulte o seu email para confirmar a subscrição.

Li e aceito a política de privacidade.

imagensdemarca.pt desenvolvido por Bondhabits. Agência de marketing digital e desenvolvimento de websites e desenvolvimento de apps mobile