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A opinião de Fernando Paula
Habemus Beato
31 de janeiro de 2018
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Habemus Beato
Fernando Paula
Coordenador Editorial Digital

Licenciado em Comunicação Social, trabalhou em órgãos de comunicação social em 3 continentes com a televisão como principal foco. Empreendedores, inovação e startups são palavras a que recorre diariamente. Música, imagens, amizades e jornalismo fazem parte do dia a dia.

O ano arranca e promete muito para Lisboa, em especial para o Beato. Não nos vamos limitar a este bairro, mas sim à zona oriental de Lisboa, Marvila e Braço de Prata incluídos, caraterizada como industrial, que se foi degradando e nas últimas décadas ficou quase esquecida para a maioria dos alfacinhas.

Até que renasceu. Nos últimos anos, dos armazéns degradados surgiram novas empresas, galerias de arte, microcervejeiras, incubadoras de empresas, espaços de trabalho e hubs criativos. Por entre ruelas e armazéns renascidos respira-se empreendedorismo, inovação, e uma nova geração transforma esta zona numa das mais dinâmicas de uma das capitais mais atrativas do momento quando falamos em empreendedorismo.

"Por entre ruelas e armazéns renascidos respira-se empreendedorismo."

Mas recuamos no tempo, até à primeira metade desta década, quando empreendedorismo, ecossistema, incubadoras e startups entraram a sério no léxico dos portugueses. As startups estavam a afirmar-se e por essa altura, o Imagens de Marca não ignorou as tendências que se viviam não só no mercado, mas também na sociedade e aventurou-se com uma nova rubrica.

Chamamos-lhe I’M a Startup. Um espaço onde demos voz aos empreendedores e a algumas das startups que nasceram naquela altura (falava-se em 18 mil por ano. Em 2016, foram criadas mais de 35 mil).

Empresas de iogurtes gregos artesanais, apps que nos permitem viajar no tempo, novos formatos que levaram a impressão gráfica portuguesa a vários pontos do mundo, empresas da área financeira, industrial ou médica. Foram muitas as startups que nos abriram as portas.

Mas não ficámos por aqui, até porque o mercado continuou a evoluir e olhámos para toda esta área como uma Economia + Criativa. O nome da rubrica diz tudo e além das startups fomos ao encontro de programas de aceleração de empresas, a espaços de coworking e percorremos todos os espaços daquele que é um dos maiores eventos de tecnologia e empreendedorismo do mundo, o Web Summit.

"Seguramente este evento reforçou o papel de Lisboa no mapa mundial das cidades mais empreendedoras".

Para já está garantida a edição do Web Summit em 2018, mas o evento poderá ficar mais tempo em terras lusas. Paddy Cosgrave afirma-se um apaixonado por Lisboa e foi avançado que os escritórios do Web Summit vão ocupar o Hub Criativo do Beato.

O espaço está em remodelações e falam-se de nomes como Web Summit, Super Bock, Factory e Mercedes Benz como os primeiros inquilinos. Na verdade, a própria Mercedes já conduziu (literalmente) entrevistas de emprego num espaço que tem mais de 35 mil metros quadrados.

Quem passa hoje pelo Hub Criativo do Beato não se apercebe que estas empresas se vão instalar neste espaço até porque não se veem grandes obras neste local. A acontecer, em 2018, nascerá um dos maiores polos de inovação e empreendedorismo da Europa. Um espaço que se vai juntar aos muitos espaços de cowork que se instalaram naquela zona como a Fábrica Moderna, a Phosphoreira, a Hood, o Lisbon Workhub ou a Todos.

Independentemente das datas em que as multinacionais vão chegar ao Beato, a verdade é que esta zona da cidade fervilha de inovação e vontade de querer fazer e demonstra que a Economia (é) + Criativa. Este ano e nos próximos, todos os caminhos vão dar ao Beato.

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