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Setor automóvel dos mais fragilizados pela covid-19
Há menos portugueses a querer comprar carro
22 de Fevereiro de 2021
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Há menos portugueses a querer comprar carro
Marco Silva
Coordenador Editorial Digital

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4 em 10 compradores dizem que vão gastar menos por causa da pandemia.


O ano de 2019 foi um ano de sucesso para o setor automóvel e a expetativa era grande para 2020. No entanto, a pandemia da Covid-19 fez este setor se tornasse num dos mais fragilizados economicamente.

 

Em Portugal, no ano de 2020, as vendas no setor automóvel registaram quebras acima dos 32% face a 2019, um valor superior ao da média europeia (-28%) e à média a nível mundial (-17%). Este cenário levou a que em abril de 2020 houvesse 1,1 milhões de pessoas deste setor com os seus empregos afetados por toda a Europa, 20.000 em Portugal.

 

O Observador Cetelem divulgou o resultado de um estudo que procurou descobrir qual era a intenção de compra dos portugueses face à crise que económica que veio com o vírus.


No fim de 2019, 35% dos inquiridos manifestavam vontade em comprar um automóvel nos 12 meses seguintes; em 2020, este número desceu para 23%, novamente abaixo da média europeia (que também diminuiu de 34% para 27%) e da média a nível mundial (de 41% para 32%).

 

A pandemia teve impacto direto nessas intenções de compra, ainda que de forma moderada em alguns casos. A nível mundial, pouco mais de um terço dos indivíduos considera a pandemia um fator preponderante na intenção de compra de um veículo. Em Portugal, apenas 1 em cada 5 pessoas fazem essa associação direta, contrastando com países como os EUA e o Reino Unido, onde mais de 1 em cada 2 pessoas referem que foram influenciadas pela Covid-19.

 

Questionados sobre se a crise sanitária e respetivas consequências económicas terão influência no valor que tencionam gastar na compra de um veículo, 40% dos portugueses inquiridos afirmam que sim, pois será menor o valor que terão disponível; por outro lado, 29% afirmam que o valor disponível será maior. Estes vão ao encontro da média europeia (38% gastarão menos e 25% mais), mas contrastam com a média mundial, em que as respostas se equilibram – 35% considera que gastará menos e 35% que gastará mais.

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