Estas são as marcas portuguesas mais valiosas de 2025

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17 de Junho de 2025
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A EDP volta a liderar o ranking das marcas portuguesas mais valiosas, segundo o estudo anual da consultora OnStrategy, que avaliou as 25 principais marcas nacionais.


O pódio mantém-se inalterado face a 2024, com EDP, Galp Energia e Jerónimo Martins nas três primeiras posições. No entanto, o grande destaque da edição deste ano é o setor bancário, com a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Millennium BCP a ascenderem ao Top 5 e o Novo Banco a registar o maior crescimento percentual da tabela, com uma valorização de 90,4%.


Segundo a OnStrategy, as 25 marcas mais valiosas valorizaram-se, no total, 10,7% face ao ano anterior. Entre os maiores crescimentos estão também Fidelidade (+56,4%), TAP (+32,1%), Mota-Engil (+31,3%), CGD (+30,0%) e CUF Saúde (+23,4%).

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Apesar da manutenção da liderança da EDP, o setor energético registou quedas significativas. A Galp Energia desvalorizou 7,0% e a EDP Renováveis 5,1%, refletindo instabilidade nos preços da energia e margens mais apertadas num contexto de transição energética. A descarbonização e o foco nas renováveis mantêm-se como grandes tendências, embora num cenário ainda volátil.


O setor bancário foi o mais dinâmico em 2025, impulsionado por uma melhoria da rentabilidade, redução do crédito malparado e recuperação da confiança dos clientes. O Novo Banco registou a valorização mais expressiva (+90,4%), seguido pelo Millennium BCP (+35,4%) e CGD (+30,0%).


No retalho, Jerónimo Martins (+21,1%) e Continente (+12,3%) destacaram-se, beneficiando do aumento do consumo privado e da adaptação ao digital. No setor da saúde, a CUF cresceu 23,4%, sustentada pela expansão das infraestruturas e investimento tecnológico. Já nos transportes e serviços, a TAP (+32,1%) e os CTT (+25,7%) evidenciam sinais de recuperação após a pandemia, apoiados pela retoma do turismo e do comércio eletrónico.


A Vodafone e a Meo apresentaram crescimentos moderados, refletindo os investimentos em 5G e digitalização, mas também a pressão competitiva no setor das telecomunicações. Na engenharia e construção, a Mota-Engil cresceu 31,3%, suportada pela internacionalização e projetos de infraestrutura.


Já no setor das bebidas, marcas como Super Bock, Sagres e Delta registaram crescimentos entre 3% e 7%, num cenário de estabilização pós-pandemia, enquanto a The Navigator Company, na indústria, registou uma subida marginal de 1,3%.

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