Esta cadeia de supermercados nos EUA recolhe dados biométricos de clientes em algumas lojas

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Esta cadeia de supermercados nos EUA recolhe dados biométricos de clientes em algumas lojas
23 de Fevereiro de 2026
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A tecnologia permite captar rostos, olhos e vozes dos clientes, com o objetivo declarado de aumentar a segurança e prevenir furtos.


Pela primeira vez na história recente do retalho norte-americano, a cadeia de supermercados Wegmans, com sede em Rochester, Nova Iorque, começou a implementar tecnologia de reconhecimento facial e biométrico em algumas lojas.


De acordo com a CBS News, câmaras especiais e sensores dentro da loja analisam traços faciais e padrões de voz para identificar indivíduos que tenham histórico de comportamentos problemáticos em lojas anteriores. Os dados são armazenados em sistemas internos e podem ser usados para alertar a equipa de segurança em tempo real quando um cliente identificado entra na loja.


A Wegmans afirma que a tecnologia não é utilizada em todas as lojas, mas apenas em locais considerados de “alto risco” ou com histórico elevado de incidentes. O objetivo, segundo a empresa, é proteger clientes e colaboradores sem interferir na experiência de compra da maioria dos consumidores.


Apesar das garantias da Wegmans, a recolha de dados biométricos gerou reações mistas:


  • Alguns clientes valorizam a segurança extra e a possibilidade de prevenir furtos de forma mais eficaz.

  • Outros consideram a prática uma invasão de privacidade, preocupando-se com o rastreio contínuo e o armazenamento de informações sensíveis.


Além disso, especialistas em segurança digital alertaram que os dados biométricos, por serem únicos e permanentes, representam um risco elevado se forem comprometidos ou usados sem consentimento claro.


O debate sobre privacidade no retalho


O caso da Wegmans insere-se num debate mais amplo sobre o uso de tecnologia de vigilância no comércio.


Enquanto alguns retalhistas defendem que sistemas de reconhecimento facial ajudam a reduzir crimes, organizações de privacidade alertam que a falta de regulamentação clara pode normalizar a vigilância de consumidores em espaços privados, com impactos legais e éticos.

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