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Destinos Starlight: o luxo do céu de Portugal
16 de Setembro de 2022
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Destinos Starlight: o luxo do céu de Portugal

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Há muito que perdemos o hábito de olhar para as estrelas. Se antes era algo que ajudava a orientar os povos, hoje a poluição luminosa das cidades retirou-nos a visibilidade que necessitamos para apreciar algo tão simples como olhar para o céu. 


Um luxo de poucos e que torna o astroturismo numa tendência a nível global. Portugal tem-se posicionado como um destino de referência para este tipo de produto turístico e nós fomos até ao Alqueva comprovar.


É no Dark Sky Alqueva, a primeira região do mundo a ser certificada como destino turístico Starlight, que nos encontramos com um astroturismo capaz de captar turistas nacionais e internacionais. A procura tem vindo a aumentar assim como a oferta de atividades que gravitam à volta deste produto. Desde a observação solar e noturna até à canoagem noturna, muitas são as experiências que podem ser vividas nesta região do Alentejo. Aliás, nós tivemos oportunidade de vivenciar algumas delas e descobrimos verdadeiros tesouros escondidos que podem e devem ser potenciados.


América do Norte e Europa do Norte são os mercados que mais procuram o astroturismo em Portugal. A certificação ajuda a posicionar o país mas acima de tudo a capacitar as regiões com as condições ideais para observação estrelar e, consequentemente, tornar mais sustentável o turismo dos destinos.  


“Esta certificação e nomeadamente o astroturismo tem sido considerado o tipo de turismo que mais contribui para a sustentabilidade de um destino”, explica-nos em entrevista Apolónia Rodrigues, presidente da Associação Dark Sky. “Porque não é um turismo assente em massas, é assente na qualidade, na utilização dos espaços naturais com muito respeito e carinho e especialmente os turistas que nos visitam são pessoas que não só valorizam o território mas acima de tudo valorizam a natureza e depois toda a comunidade em volta”, acrescenta a responsável.


Na conversa que teve connosco, Apolónia referia a importância de sensibilizar todos os operadores turísticos para a importância do astroturismo e do que isso implica para a região. Desde o “late check-out” até ao pequeno-almoço tardio é preciso que todos os parceiros estejam despertos para melhorar a qualidade da oferta turística que tem de ser adaptada a este tipo de turismo. E percebemos bem o porquê. A observação noturna que acompanhámos no Observatório do Dark Sky Alqueva contou com duas sessões noturnas: 22h30 e 00h30. Ambas estavam esgotadas. E só a essa hora é possível que a experiência de observação seja bem-sucedida.


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Um luxo de poucos e que torna o astroturismo numa tendência a nível global. Portugal tem-se posicionado como um destino de referência para este tipo de produto turístico e nós fomos até ao Alqueva comprovar.

É no Dark Sky Alqueva, a primeira região do mundo a ser certificada como destino turístico Starlight, que nos encontramos com um astroturismo capaz de captar turistas nacionais e internacionais. A procura tem vindo a aumentar assim como a oferta de atividades que gravitam à volta deste produto. Desde a observação solar e noturna até à canoagem noturna, muitas são as experiências que podem ser vividas nesta região do Alentejo. Aliás, nós tivemos oportunidade de vivenciar algumas delas e descobrimos verdadeiros tesouros escondidos que podem e devem ser potenciados.


América do Norte e Europa do Norte são os mercados que mais procuram o astroturismo em Portugal. A certificação ajuda a posicionar o país mas acima de tudo a capacitar as regiões com as condições ideais para observação estrelar e, consequentemente, tornar mais sustentável o turismo dos destinos.  


“Esta certificação e nomeadamente o astroturismo tem sido considerado o tipo de turismo que mais contribui para a sustentabilidade de um destino”, explica-nos em entrevista Apolónia Rodrigues, presidente da Associação Dark Sky. “Porque não é um turismo assente em massas, é assente na qualidade, na utilização dos espaços naturais com muito respeito e carinho e especialmente os turistas que nos visitam são pessoas que não só valorizam o território mas acima de tudo valorizam a natureza e depois toda a comunidade em volta”, acrescenta a responsável.


Na conversa que teve connosco, Apolónia referia a importância de sensibilizar todos os operadores turísticos para a importância do astroturismo e do que isso implica para a região. Desde o “late check-out” até ao pequeno-almoço tardio é preciso que todos os parceiros estejam despertos para melhorar a qualidade da oferta turística que tem de ser adaptada a este tipo de turismo. E percebemos bem o porquê. A observação noturna que acompanhámos no Observatório do Dark Sky Alqueva contou com duas sessões noturnas: 22h30 e 00h30. Ambas estavam esgotadas. E só a essa hora é possível que a experiência de observação seja bem-sucedida.


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Aqui a comunidade das pequenas aldeias é envolvida em toda a experiência potenciando as características únicas de cada localidade. Encontramo-nos com Bruno Ramos, coordenador da ADXTUR, em Fajão, Pampilhosa da Serra. A pitoresca aldeia é um dos epicentros da observação estrelar e um exemplo de como as Aldeias do Xisto têm vindo a trabalhar com a população, sensibilizando para a importância da poluição luminosa.


“Este é um dos melhores territórios a nível do país e a nível europeu para observar o céu escuro”, explica-nos Bruno Ramos. “Por um lado, há aqui uma chamada de consciência para percebermos que recurso é este, por outro, há uma vontade de ligar as pessoas com este maravilhamento que é o céu estrelado. E depois também há uma outra questão: o céu escuro é uma das vertentes do turismo de natureza, portanto tal como preservamos a natureza há que preservar o céu escuro e ele preserva-se tendo o menor tipo de interferências possíveis àquilo que é o seu usufruto”, acrescenta o responsável da ADXTUR.


Um produto turístico sustentável ainda por descobrir e que vale a pena conhecer.


Reveja aqui a reportagem do Imagens de Marca dedicada aos destinos Starlight:


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