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Inquérito da Lego e da Harris Poll
Crianças preferem ser youtubers a astronautas
17 de julho de 2019
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Crianças preferem ser youtubers a astronautas
Ema Gil Pires
Jornalista

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e com um enorme fascínio pelo mundo da música e do desporto. Descobrir novas histórias e temáticas inovadoras é algo que lhe desperta um grande interesse, tal como dar a conhecê-las àqueles que a rodeiam.

A propósito da celebração do 50.º aniversário da missão Apollo XI, que viu Neil Armstrong e Buzz Aldrin pisar pela primeira vez a superfície lunar, a Lego juntou-se à mais antiga empresa de estudos de mercado dos Estados Unidos da América, a Harris Poll, para realizar um inquérito cujo objetivo passava por perceber até que ponto essa temática ainda suscita interesse nas crianças de hoje.

Tendo sido realizado junto de pais e crianças com idades compreendidas entre os oito e os 12 anos – provenientes dos Estados Unidos da América, da China e do Reino Unido –, o estudo concluiu que, atualmente, a ideia de vir a ser youtuber (29%) é, para estas crianças, quase três vezes mais atrativa do que a de se tornar astronauta (11%).

Adicionalmente, 83% dos pais acha que os filhos se interessam pelo Espaço e pela exploração espacial, mas apenas 53% das crianças dizem que esse interesse é motivado pelos pais, apontando os professores e a internet como um fator muito mais decisivo – sendo que 90% das crianças indicou que gostava de saber mais sobre o assunto. Por outro lado, mais de 85% das crianças conseguiu identificar que Neil Armstrong tinha sido o primeiro homem a pisar a Lua.

É quase unanime para as crianças que o futuro passa pelo Espaço. A China (97%), os Estados Unidos da América (86%) e o Reino Unido (87%) acreditam que, num futuro próximo, o Homem chegará a Marte, com 24% das crianças chinesas a prever que tal possa acontecer até 2020. As crianças chinesas mostram-se, regra geral, mais otimistas, com 96% a acreditar que, um dia, a humanidade viverá noutro planeta, ao passo que as ocidentais tendem a acreditar menos nessa possibilidade (68% nos Estados Unidos da América e 62% no Reino Unido).

Apesar do interesse, as crianças não percebem a relevância das viagens espaciais para o seu quotidiano. Apenas 25% das crianças sabem já ter utilizado alguma coisa que se tornou possível ou foi inventada graças aos programas espaciais, apesar de 97% admitirem usar objetos como telemóveis com câmaras, termómetros de ouvidos, ratos de computador ou ténis de desporto, todos eles criados com tecnologias desenvolvidas para viagens espaciais.

Quando questionadas sobre as profissões relacionadas com a exploração espacial, as crianças não tiveram dificuldade em apontar os astronautas (90%), mas pouco mais de metade referiu os engenheiros (58%) e os programadores (52%). Por outro lado, apenas 7% das crianças entende que um agricultor pode ter um papel a desempenhar num programa espacial.

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