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Uma década depois da Covid-19
Como vai ser o mundo em 2030?
29 de junho de 2020
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Como vai ser o mundo em 2030?

Nota da direção editorial: Ultrapassámos os nossos records de audiência em Televisão e Online nos últimos meses. Obrigado por ter estado connosco!

Agora, que começamos um novo ciclo, queremos continuar consigo e a tê-lo sempre ao nosso lado. Mais do que nunca é preciso estarmos juntos!


O mundo vive um momento de grande transformação. Manifestações, pandemia, novas convicções e uma sociedade que apela por uma nova ordem social. Há quem diga que o futuro não augura nada de bom, outros acreditam que as gerações futuras irão tornar a vida muito melhor. Mas a pergunta para um milhão de euros é: como será a vida em 2030? 


Uma década depois da pandemia do coronavírus, Emma Chiu, diretora global da Wunderman Thompson Intelligence, referiu ao The Drum, que daqui a 10 anos, as empresas serão baseadas em valores e propósitos já que é isso que irá atrair os talentos vindos das gerações mais novas, que tiveram de se formar num mundo em recessão. Emma acredita que no futuro mais cientistas e médicos farão parte dos governos.   


Então e a saúde? A diretora global da agência acredita que se tornará uma prioridade para governos, pessoas e empresas e até irá existir um novo cargo: CHO – diretor de saúde. Emma considera que em 2030, ir “ao SPA, por exemplo, será como uma ida ao médico”. 


Já Lucie Greene, fundadora da Light Years, empresa especializada em RP, média, marketing de influência e estratégia de redes sociais, prevê que as grandes tecnologias ganhem espaço num mundo mais atento à saúde, educação e serviços governamentais. Mas alerta: “a tecnologia não é solução para tudo”. E por isso vai existir uma reforma na educação onde iremos começar a ter nas escolas mais assistentes sociais, conselheiros de saúde mental, enfermeiros e cursos de arte.  


No que toca à criatividade, Lucie olha para 2030 como a chegada de uma “mudança de paradigma” onde a tecnologia, vista até então como inimiga da indústria, passa a ser vista como emotiva e artística. A nova geração de criativos irá utilizar a inteligência artificial e realidade aumentada a seu favor, já que cresceram com os vídeo jogos, redes sociais e smartphones em seu redor.  


Daniel Hulm, ceo da Satalia, empresa dedicada à inteligência artificial e machine learning, olha para 2030 como o ano da “descentralização” do mundo onde iremos resistir às grandes organizações que acumulam enormes quantidades de riqueza e poder e privilegiar modelos descentralizados, uma comunidade e empresas de “código aberto”. Ou seja, um local onde é possível reunir designers, criadores, contadores de histórias, especialistas em RH e líderes de negócios que ajudam a contribuir para um mundo melhor, sendo remunerados por isso. O responsável dá o exemplo do Facebook: “se a rede social cobrar 10 cêntimos por utilizador, por ano, isso poder render muitos milhões de euros. Assim seria possível criar uma comunidade global onde, em vez de ganhar dinheiro para os accionistas, a empresa está completamente direcionada para conetar pessoas”.  


Por sua vez, Amy Kean, diretora de marca e inovação da &Us, uma comunidade de coaches, designers e ativistas que quer mudar o mundo do trabalho, imagina 2030 como o ano em que nos “aprimorámos” de muitas formas possíveis. Iremos estar capacitados profissional e economicamente para evoluirmos no nosso estilo de vida. “Haverá um melhor relacionamento entre tecnologia e pessoas. A tecnologia vai fundir-se com as pessoas e isso irá tornar realmente a nossa vida mais gratificante”. Mas a responsável da &Us avisa: “não nos podemos tornar complacentes. Isso é realmente importante. Ainda precisamos de resistência. O ativismo não pode parar”. E acredita que a “geração Z é a resposta para uma sociedade colaborativa verdadeiramente igualitária”.  

 

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