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Nova forma de olhar para a doença
Cientistas criam “tumor virtual” para estudar o cancro
27 de dezembro de 2018
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Cientistas criam “tumor virtual” para estudar o cancro
Ema Gil Pires
Jornalista

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e com um enorme fascínio pelo mundo da música e do desporto. Descobrir novas histórias e temáticas inovadoras é algo que lhe desperta um grande interesse, tal como dar a conhecê-las àqueles que a rodeiam.

Enquanto parte de um esquema internacional de investigação, o Grand Challenge Awards, cientistas da cidade inglesa de Cambridge construíram um modelo 3D de realidade virtual do cancro, de forma a oferecer uma nova possibilidade de olhar para esta doença e conceber tratamentos mais eficazes para a mesma.

Através deste mecanismo, a amostra do tumor, inicialmente retirada de um paciente, pode ser estudada detalhadamente e de todos os ângulos possíveis, através do mapeamento virtual de cada uma das células que constituem esse tecido. De acordo com os investigadores, este trata-se de um novo método que irá contribuir para uma melhor compreensão desta doença, ajudando na busca de novos tratamentos.

Além disso, tal sistema de realidade virtual possibilita a observação do referido tumor por inúmeros utilizadores espalhados por todo o mundo. Como avança Greg Hannon, diretor do Cancer Research UK Cambridge Institute (CRUK), citado pela BBC, “ninguém conseguiu examinar a geografia do tumor com este nível de detalhe anteriormente; é uma nova forma de olhar para o cancro”.

E apesar de a amostra de tecido humano recolhido ter apenas o tamanho de uma cabeça de alfinete, através desta metodologia a mesma pode ser ampliada de forma a obter vários metros de diâmetro, permitindo que cada utilizador ‘viaje’ pelas células de forma a analisar o tumor com a maior precisão possível.

“Perceber de que forma as células cancerígenas interagem umas com as outras e com o tecido saudável é crítico se vamos desenvolver novas terapias – olhar para tumores usando este novo sistema é muito mais dinâmico do que as versões estáticas e bidimensionais a que estamos habituados”, avança Karen Vousden, cientista chefe do CRUK.

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