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Conclusão de prova cega na MICAM
Calçado português com cada vez melhor imagem internacional
10 de setembro de 2019
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Calçado português com cada vez melhor imagem internacional
Ema Gil Pires
Jornalista

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e com um enorme fascínio pelo mundo da música e do desporto. Descobrir novas histórias e temáticas inovadoras é algo que lhe desperta um grande interesse, tal como dar a conhecê-las àqueles que a rodeiam.

O défice de imagem do calçado português nos mercados internacionais parece, cada vez mais, coisa do passado. Dezenas de compradores avaliaram, em prova cega, a qualidade do calçado de vários países – tendo, no final, valorizado em 28% o calçado “made in Portugal”.

Com efeito, a imagem internacional do calçado português foi, mais uma vez, objeto de estudo na feira internacional de calçado MICAM, que decorreu em Milão no passado mês de fevereiro. Uma equipa da Católica Porto Business School deslocou-se ao evento para avaliar o contributo das ações de comunicação da APICCAPS para os ganhos de imagem do calçado português, a influência do país de origem na perceção de valor que os clientes estrangeiros têm do calçado português e ainda para identificar drivers de melhoria contínua para o setor.

Para avaliar o efeito do país de origem na perceção de valor do calçado português, foi realizada uma prova cega a 80 profissionais do setor de calçado, de 26 nacionalidades distintas e selecionados aleatoriamente entre os visitantes da feira. Ainda que composta por uma maioria de retalhistas, a amostra incluía também grossistas e fabricantes de calçado, bem como agentes independentes, designers, estudantes de moda e, pontualmente, alguns clientes finais.

Nesta prova, os participantes foram chamados a valorizar determinados modelos de calçado, sem conhecer a respetiva origem produtiva. Revelada a identidade, considerando os modelos de calçado masculinos e femininos utilizados na prova, a informação de que o país de origem era Portugal aumentou em 28% o valor que os profissionais estavam dispostos a pagar face à situação em que não era fornecida informação sobre o local de produção.

Esta trata-se de uma evolução positiva face a estudos análogos realizados no passado: no primeiro estudo deste género, em 2005, havia mesmo sido diagnosticado um défice de imagem na ordem dos 30%, que no entretanto foi minimizado em 2015. Já na ótica da APICCAPS, estes dados são o resultado de décadas de investimento em promoção comercial externa, desde logo por parte das empresas, mas igualmente fruto da aposta institucional na melhoria da imagem coletiva do setor, revela a associação em comunicado de imprensa.

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