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A Apple confirmou aquela que será a transição mais significativa na sua estrutura de liderança da última década.
No ano em que celebra o seu 50.º aniversário, a tecnológica de Cupertino anunciou através de comunicado que Tim Cook deixará o cargo de CEO no verão de 2026, passando a assumir as funções de chairman executivo. Para o seu lugar foi nomeado John Ternus, atual vice-presidente sénior de engenharia de hardware, que assumirá a liderança oficial a 1 de setembro de 2026.
Esta sucessão, aprovada por unanimidade pelo conselho de administração, é o resultado de um processo de planeamento minucioso de vários anos. Tim Cook, que sucedeu a Steve Jobs em 2011, descreveu o cargo como o "maior privilégio da sua vida” e destacou Ternus como o líder ideal para a próxima fase, elogiando a sua "mente de engenheiro e alma de inovador".
Tim Cook deixa a liderança operacional com um balanço financeiro e estratégico sem precedentes. Sob o seu comando, a Apple transformou-se numa empresa de 4 biliões de dólares, registando uma valorização superior a 1000%.
Mais do que expandir as vendas do iPhone, Cook foi o arquiteto da diversificação da Apple, lançando categorias de sucesso como o Apple Watch e os AirPods, e construindo um ecossistema de serviços, que inclui a Apple TV, Music e iCloud, que hoje representam uma fatia crucial das receitas da marca.
O novo CEO terá pela frente o desafio de liderar a Apple num contexto de aceleração tecnológica dominado pela Inteligência Artificial, área onde a empresa procura consolidar o seu posicionamento.
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