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A plataforma online, já presente em mais de 150 países e com 14 milhões de utilizadores, permite aos inscritos estabelecerem relações sem compromisso e explorar ligações fora do padrão tradicional.
A aplicação de encontros Gleeden, criada em França em 2009, acaba de chegar a Portugal.
A Gleeden foi desenvolvida por mulheres e coloca-as no centro das decisões de interação na plataforma, oferecendo-lhes acesso gratuito. Para garantir um ambiente seguro e de qualidade, a aplicação conta com moderação contínua, 24 horas por dia, enquanto os homens enfrentam regras mais restritivas ao tentar estabelecer contacto.
A plataforma distingue-se por atender a um nicho específico: pessoas interessadas em relações não monogâmicas, amizade colorida, aventuras sem compromisso ou ligações extraconjugais. Segundo a marca, trata-se de um espaço seguro e discreto, pensado para que todos os utilizadores possam explorar a sua liberdade sexual com autonomia e confidencialidade.
Silvia Rubies, responsável de Comunicação da Gleeden, afirmou, em comunicado: “Portugal sempre foi um mercado interessante para a Gleeden. Na Gleeden, lutamos para quebrar os tabus que ainda existem em torno da sexualidade feminina, a começar pela infidelidade, que ainda é mais punida e julgada socialmente do que a infidelidade masculina”.
A comunicação da plataforma envolve profissionais como sexólogos, psicólogos, escritores e jornalistas, com o objetivo de promover a discussão sobre sexualidade feminina no espaço público. A marca defende que “as mulheres portuguesas podem beneficiar muito disso, ao discutirem como vivenciam seus relacionamentos sexuais e emocionais, como desfrutam (ou não desfrutam) do sexo, como lidam com seus desejos”.
A chegada da Gleeden a Portugal insere-se num contexto em que parte significativa dos utilizadores de apps de encontros admite mentir sobre o seu estado civil, afirmando serem solteiros quando estão, de facto, comprometidos. A aplicação propõe-se eliminar essa questão, uma vez que não se centra na procura de uma “cara-metade”, mas sim em relações livres e consensuais.
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