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A tempestade Kristin provocou, na última semana, destruição significativa em várias regiões de Portugal, nomeadamente nas zonas de Leiria, Pombal e Coimbra.
Casas destruídas, cortes prolongados de energia elétrica e comunidades isoladas marcaram a passagem da depressão, levando a uma mobilização rápida de diversas marcas e instituições que estão a prestar apoio direto às vítimas.
No retalho alimentar, o Pingo Doce prestou apoio imediato às populações afetadas pela tempestade Kristin em Leiria e Marinha Grande, doando produtos alimentares e de higiene — como água, leite, bolachas, arroz, massa, gel de banho, champô e fraldas — e disponibilizando lonas para proteção de habitações danificadas.
Já o Continente ativou de imediato os seus planos de contingência logística para garantir o abastecimento nas zonas mais afetadas, mantendo as lojas em funcionamento sem ruturas de stock. Em Leiria, através da Missão Continente e em articulação com a Autoridade de Proteção Civil, foram encaminhados bens alimentares para a base logística do Pavilhão Desportivo dos Pousos, assegurando a sua triagem e distribuição. A iniciativa estende-se a outras regiões do país, em colaboração com a ENTRAJUDA e a Cruz Vermelha Portuguesa. Ainda no distrito de Leiria, o Continente da Guimarota disponibilizou espaço para que as pessoas afetadas pudessem carregar telemóveis e outros aparelhos, apoiando a comunicação das comunidades isoladas.
Também o Intermarché da Marinha Grande, apesar de ter sofrido estragos significativos e de estar sem comunicações, foi a única superfície comercial a servir a população local na quarta-feira, garantindo o acesso a bens essenciais num momento crítico. Além disso, o Grupo Mosqueteiros tem apoiado as autarquias afetadas, disponibilizando bens de primeira necessidade, alimentos e bebidas, produtos de higiene e combustíveis, assegurando assim o funcionamento de geradores e o suporte às comunidades mais afetadas.
Também O Bolo da Marta, em Belém, Lisboa, tem funcionado como ponto de recolha de bens essenciais.
Na área da tecnologia e comunicações, a Vodafone, através da sua fundação, disponibilizou equipamentos de comunicação por satélite para bombeiros e para zonas sem rede, permitindo restabelecer a ligação em regiões isoladas e garantir coordenação entre equipas de emergência.
No setor de materiais de construção e bricolage, a Leroy Merlin publicou, através da sua página no LinkedIn, um comunicado expressando solidariedade com as populações afetadas pela tempestade Kristin e afirmando que as suas equipas estão presentes para apoiar a reposição da normalidade nas regiões atingidas.
O setor alimentar industrial também se fez notar: a Office Total Food Brands, com a marca Saborosa Belgas, doou 50.000 euros para a reconstrução de casas das vítimas da tempestade Kristin, apoiando famílias em dificuldades.
Além disso, a Rede Expressos facilitou a mobilidade nas regiões afetadas, anunciando redução de preços de bilhetes para viagens com destino às zonas mais afetadas, permitindo que voluntários e familiares acedessem mais facilmente às áreas em recuperação.
O setor financeiro respondeu com medidas concretas de apoio. Caixa Geral de Depósitos, Novo Banco, BCP e Bankinter Portugal disponibilizaram linhas de crédito especiais, facilitação de financiamento para empresas e famílias, spreads reduzidos e isenção de comissões, com vista a acelerar a recuperação das regiões afetadas.
No mesmo sentido, a Fidelidade Seguros, em parceria com a REN – Redes Energéticas Nacionais, providenciou apoio técnico e lonas para proteção de casas e edifícios danificados, garantindo uma resposta rápida às necessidades mais urgentes das famílias.
No que diz respeito a marcas institucionais, a Cruz Vermelha Portuguesa está a prestar apoio imediato às populações, com equipas no terreno a coordenar socorro, instalar zonas de acolhimento temporário e garantir assistência médica e logística. A instituição também tem angariado fundos para dar suporte contínuo às vítimas.
A Cáritas Portuguesa, incluindo a Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima, ativou um fundo de emergência social e está a promover recolhas de alimentos, produtos de higiene, lonas e outros materiais essenciais, garantindo distribuição direta às comunidades afetadas.
O Ministério Público (MP), através do MP Solidário, contribuiu com donativos monetários à Cruz Vermelha e à Cáritas, reforçando os meios disponíveis para assistência.
Por sua vez, a Associação Sara Carreira criou pontos de recolha de bens em várias localidades, apoiando as zonas mais devastadas, enquanto a Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) disponibilizou apoio socioeconómico e psicológico a doentes oncológicos afetados pela tempestade.
No plano do voluntariado, a plataforma Tempestade SOS surgiu como uma ferramenta essencial para conectar quem precisa de ajuda com quem pode ajudar. A plataforma facilita a distribuição de bens essenciais, alojamento temporário e apoio técnico, organizando esforços comunitários de forma rápida e coordenada.
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