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Apostando em força na Amazon
Anunciantes desinvestem na Google
11 de outubro de 2018
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Anunciantes desinvestem na Google
Ema Gil Pires
Jornalista Estagiária

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e com um enorme fascínio pelo mundo da música e do desporto. Descobrir novas histórias e temáticas inovadoras é algo que lhe desperta um grande interesse, tal como dar a conhecê-las àqueles que a rodeiam.

O negócio publicitário da Amazon está a crescer. Vários anunciantes têm recentemente transferido mais de metade do orçamento que normalmente aplicam ao motor de busca da Google para os anúncios da Amazon, o que permite à empresa somar, de acordo com executivos de várias agências de media, um total de centenas de milhões de dólares.

O crescente sucesso da Amazon pode representar uma forte ameaça para a Alphabet, empresa detentora da Google, que no ano passado gerou mais de 95 mil milhões de dólares em receita publicitária no ano passado, o que correspondeu a 86% da totalidade da sua receita, avança o CNBC.

De facto, a Google trata-se da plataforma de publicidade digital dominante nos Estados Unidos da América e, em 2018, deterá aproximadamente 37% da totalidade dos orçamentos destinados aos anúncios digitais. E apesar de a Alphabet não especificar de onde provém grande parte desta receita, a maioria acredita que esta provém dos anúncios publicados através do Search Ads – cerca de 83% ao longo deste ano, segundo uma pesquisa da eMarketer.

Porém, a Alphabet tem conseguido sobreviver a esta ameaça até agora, tendo o crescimento global da receita proveniente do negócio de anunciantes sido acelerado no primeiro semestre de 2018, em comparação com o ano passado.

Mas nem todas as categorias de marcas estão a transferir o seu dinheiro para a Amazon: no entanto, a maior parte das empresas que o têm feito encontram-se dentro dos grupos dos bens de consumo embalados, enquanto outras categorias bastante lucrativas, como é o caso do setor das viagens e automóvel, ainda não se encontram a migrar para a Amazon.

Além disso, enquanto o motor de pesquisa da Google começa a perder o seu poder, os anunciantes estão a transferir uma parte dos seus gastos em publicidade para outras propriedades detidas pela Google, destacando-se aqui o YouTube.

Mesmo assim, a Amazon configura-se como a principal ameaça para o negócio de publicidade de grandes companhias como a Google desde o momento em que o Facebook começou a apostar na publicidade através da sua aplicação, em 2012.

Apesar de a Google e a Amazon não terem efetuado qualquer tipo de declarações oficiais quanto a este tema, um gerente da organização de vendas de anúncios da Google, em anonimato, confessou que não espera que os seus clientes apostem em força os seus orçamentos na Amazon, mas mesmo assim aponta que têm havido cada vez mais clientes a criarem marcas independentes de forma a publicitá-las através da empresa de comércio eletrónico, acrescentando que “a liderança está definitivamente preocupada, mas não é uma grande ameaça por enquanto”.



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