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NOS Primavera Sound
"Ainda é impossível fazer um festival sem patrocinadores"
11 de junho de 2018
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"Ainda é impossível fazer um festival sem patrocinadores"
Marco Silva
Jornalista

Licenciado em comunicação, apaixonado por música e pelas coisas boas da vida. Uma boa história, uma boa conversa são coisas que não têm valor mensurável e é isso que tento trazer para o trabalho que faço.

Entre o recinto do Parque da Cidade e o concerto de Fatboy Slim no centro do Porto, o festival ultrapassou pela primeira vez a barreira dos 100.000 visitantes com uma programação artística esmagadora liderada por Nick Cave and The Seeds, Lorde, A$AP Rocky, Tyler, The Creator, The War on Drugs, Fever Ray e Jamie XX, entre outros, não há dúvida de que o festival português consolidou as fundações que o tornam um dos eventos de referência a nível europeu.

Com uma média de 30.000 pessoas em cada um dos três dias no Parque da Cidade, além das cerca de 30.000 que se reuniram em frente à Câmara Municipal do Porto no concerto de Fatboy Slim, o NOS Primavera Sound recebeu público de mais de 60 países que celebraram o escopo estilístico do festival. O show catártico de Lorde, a explosão das estrelas do hip-hop como A$AP Rocky, Vince Staples e Tyler, The Creator e a viagem às profundezas da electrónica de Jamie XX marcaram os dois primeiros dias, esperando-se hoje a consagração da última noite com Nick Cave and The Bad Seeds e a sua actuação avassaladora, o inconformado Arca, os circuitos electrónicos de Nils Frahm e a viagem ao infinito com The War on Drugs. A maioria dos nomes estará distribuída entre os dois principais palcos do festival, o Palco NOS e o novo Palco SEAT.

Outra das novidades mais notórias desta sétima edição foi o novo palco Primavera Bits, localizado num pavilhão à imagem de um armazém industrial. Decorado com plantas e equipado com um sistema de som Bowers & Wilkins tem servido como um local de encontro para os devotos da electrónica, que receberam com entusiasmo os sets de Gerd Janson, Motor City Drum Ensemble, Levon Vincent e Marcel Dettmann. Hoje, Talaboman (John Talabot e Axel Boman) e Denis Sulta marcam a despedida neste novo espaço.

Além dos cabeças de cartaz, do hip-hop e da música electrónica, o NOS Primavera Sound 2018 consagra mais uma edição de ecleticismo, risco e singularidade musical inigualável. O Parque da Cidade foi o cenário ideal para do gigante do folk Father John Misty, a viciante e intrigante Fever Ray, os ritmos evocativos de Rhye, os hipnóticos Four Tet e Floating Points, a mistura irresistível de Ibeyi, o misturador de estilos Thundercat e a delicadeza de Grizzly Bear. Como sempre, o festival olha para o futuro com os olhos postos em Mavi Phoenix, Yellow Days, Starcrawler, Superorganism, Mattiel, Ezra Furman, Zeal & Ardor ou Idles e na representação da música nacional com artistas como Moullinex, Black Bombaim, Fogo Fogo ou Luís Severo. Também novo foi o palco Rádio Primavera Sound, na SEAT Village, espaço bem-recebido por todos os que quiserem dançar ao som do indie e do pop.

Cada vez mais, o Parque da Cidade transforma-se nestes dias num palco de excelência para a música. O crescimento e reorganização do recinto revelou-se uma boa aposta com as novas áreas a permitirem ainda mais conforto e a possibilitar a todos uma experiência única. Para este crescimento continuado, e sustentado, o festival conta com o apoio de todos os seus parceiros e patrocinadores, como a NOS e a Câmara Municipal do Porto.

Para Rita Torres Baptista, Diretora de Marca e Comunicação da NOS, “é com enorme orgulho que a marca NOS assume uma responsabilidade histórica no território da música. Em particular o NOS Primavera Sound, mais do que património da NOS é já património da cidade do Porto e do País. O festival conquistou uma identidade própria e um lugar único e de culto, tanto no panorama nacional como internacional. Estamos muito satisfeitos por fazer parte deste caminho e congratulamos todos os parceiros que, desde o primeiro momento, acreditaram que era possível fazer algo diferente, num lugar idílico onde se celebra a música e onde a descoberta inspira a experiência.”

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