“A única forma é testar”: Bettery inaugura LifeLab na Atlântica e entra numa nova fase de inovação

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“A única forma é testar”: Bettery inaugura LifeLab na Atlântica e entra numa nova fase de inovação
6 de Maio de 2026
“A única forma é testar”: Bettery inaugura LifeLab na Atlântica e entra numa nova fase de inovação
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A Bettery e a Atlântica – Instituto Universitário inauguraram o Bettery LifeLab, um laboratório que nasce com a ambição de aproximar ciência, academia e indústria — e transformar conhecimento em soluções concretas para o dia a dia das pessoas.


Instalado no campus da Fábrica da Pólvora, em Barcarena, concelho de Oeiras, o espaço marca uma nova fase para a startup portuguesa fundada por Alexandre Pitta de Abreu, ao integrar o seu centro de investigação num ambiente académico, colaborativo e multidisciplinar.

 

Um passo que reforça a componente científica da marca, também liderada por Filipe Teixeira, docente da Atlântica e responsável pela investigação e desenvolvimento da Bettery.


Mais do que um laboratório, uma lógica de construção aberta


“Mais do que um laboratório, é uma plataforma que procura testar, gerar conhecimentos, para que depois tenha uma aplicação prática”, explica Alexandre Pitta de Abreu, em entrevista ao Imagens de Marca à margem da inauguração, sublinhando que o objetivo é garantir que “o produto tenha real impacto na performance e na compensação corporal das pessoas, dos nossos consumidores”.


Organizado em três áreas — “performance corporal, composição corporal e bioquímica” —, o LifeLab acompanha todo o ciclo de desenvolvimento de um produto, da ideia à validação em contexto real. “Tudo nasce de uma ideia, de um pensamento”, afirma o fundador, acrescentando que o laboratório está “na génese (…) daquilo que depois vemos numa prateleira”. Mais do que desenvolver conceitos, o foco está na aplicação prática — e na prova científica. “Uma coisa é a teoria”, sublinha, mas é na validação que tudo se decide. “Vamos testar em humanos”.


Criado em 2020, o laboratório evolui agora para um novo contexto. A mudança para a Atlântica acontece num momento de maturidade da marca. “Não tínhamos nenhum track record (…) que nos permitisse abordar um parceiro universitário”, admite, destacando que o objetivo passa agora por “escalar o nível de internacionalização dos seus produtos, mas também escalar na sua capacidade de desenvolver conhecimento”.


Essa evolução traduz também uma visão clara sobre o papel da ciência e da colaboração. “Há dois modelos”, explica: “há o modelo das empresas que se fecham em si mesmas (…) e há outras empresas, e nós pertencemos a esse grupo, que queremos acrescentar e construir”.


A aposta passa, assim, por uma lógica de abertura. “Nós acreditamos numa lógica não de escassez (…) mas de abundância e explosão de conhecimento”, afirma, sublinhando que esse ambiente encontra na academia o seu espaço natural: “os laboratórios são entidades que naturalmente vivem na academia (…) onde há estudantes, onde há investigadores e professores”.


Para além desta lógica de desenvolvimento, os produtos são desenhados para responder a necessidades concretas, como “melhorar a condição de sono, trabalhar na imunidade, na perda de peso ou no ganho de massa muscular”, reforçando a ligação direta entre ciência e impacto na vida quotidiana.


Da teoria à validação no corpo humano


É precisamente nesse cruzamento entre ciência e aplicação prática que surge o papel de Filipe Teixeira, responsável de I&D da Bettery. Num mercado cada vez mais exigente, o rigor científico torna-se determinante. “O cliente cada vez está mais informado (…) e isso obriga-nos a ter que ir para um outro patamar de desenvolvimento de produto”, explica em entrevista ao Imagens de Marca à margem da inauguração, denotando que já não basta ter um produto apelativo: “não é só o produto ser seguro, ter um bom aspeto, ter um bom marketing (…) mas sobretudo cumprir com aquilo que ele diz que faz”. E para isso, não há atalhos: “A única forma de sabemos se um produto realmente funciona é testar. Não há outra alternativa”.


Essa lógica está presente em todo o processo desenvolvido no Bettery LifeLab. Como descreve Alexandre Pitta de Abreu, “tudo nasce de uma ideia, de um pensamento”, que depois se transforma em protótipos, testes e validação científica. “Depois testar a sua segurança alimentar, testar a sua capacidade de absorção e aplicação prática no corpo da pessoa e depois (…) comercializá-lo”, explica, resumindo um processo que coloca o laboratório “na génese (…) daquilo que depois vemos numa prateleira”.


Um dos exemplos mais claros é a proteína vegetal da marca. “Um dos nossos produtos estrela (…) foi o primeiro produto que saiu deste laboratório”, refere. O objetivo era ambicioso: criar uma solução 100% vegetal que pudesse competir com as melhores proteínas de soro de leite. “O que nós procurámos fazer foi (…) desenhar teoricamente qual é que seria este bilhete de identidade”, explica. 


Mas foi na validação que o projeto ganhou força. “Uma coisa é a teoria”, refere, acrescentando que, na prática, “esta solução de base 100% vegetal tem os mesmos resultados”. Os resultados do desenvolvimento chegaram mesmo a ser validados e publicados na revista científica Frontiers in Nutrition, reforçando a credibilidade científica do trabalho desenvolvido.


Aprender fazendo — e com ciência


Para a Atlântica, o Bettery LifeLab é também uma ferramenta pedagógica. Filipe Teixeira destaca a oportunidade de aproximar os alunos da realidade: “a possibilidade de os alunos poderem conhecer metodologias que muitas vezes só existem no papel e que aqui vão poder ver em loco”. Mais do que observar, os estudantes passam a experimentar. “Vão poder trabalhar com elas”, afirma.


Essa experiência inclui contacto com processos como ensaios clínicos: “Uma das vantagens é o conhecimento de como se faz um ensaio clínico (…) toda a metodologia envolvida”. E também com o próprio desenvolvimento de produto. “Eles vão se aproximar muito mais do mundo real do trabalho”, sublinha, denotando que essa experiência vai permitir perceber “a dificuldade que é fazer um produto (…) e o processo desse produto chegar à prateleira e ao consumidor final”.


Este modelo pretende reforçar também o papel da academia na devolução de conhecimento à sociedade, permitindo que estudantes e investigadores participem ativamente no desenvolvimento de soluções com impacto real.


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Crescer com os pés assentes na terra


Apesar da ambição, a Bettery mantém uma abordagem prudente. “Somos uma empresa ainda muito pequena”, reconhece Alexandre Pitta de Abreu, explicando que grande parte do investimento tem sido feito “na produção de conhecimento”.


A empresa está presente em Portugal e começou recentemente a trabalhar o mercado espanhol, com planos de expansão progressiva. A estratégia passa por consolidar primeiro num contexto exigente. Portugal é, nas suas palavras, “um mercado pequeno (…) com um poder aquisitivo inferior”, mas também um teste relevante.

“Se quisermos com isso provar que temos sustentação num mercado desta dimensão, então será possível escalar para outros mercados com maior confiança”, reforça.


Mais do que produto, uma visão


No centro do projeto está uma ambição que vai além da nutrição. A Bettery procura posicionar-se como “uma entidade que quer, genuinamente, dar melhores escolhas às pessoas”. Isso implica olhar para o consumidor de forma mais ampla. 


“Tem a pessoa não vista como consumidor, mas como um ser humano que quer ser better and better”, afirma, sublinhando tratar-se de uma abordagem que coloca explicitamente “a pessoa no centro” e reforça uma visão de marca assente no bem-estar, e não apenas no consumo.


Uma visão que cruza produto, conhecimento e educação — e que se estende ao estilo de vida. “Eu costumo dizer que nós só temos um corpo e uma mente. Procuremos com equilíbrio tomar boas escolhas que nos ajudem a ser um bocadinho melhores (…) dia após dia”, partilha.


Num contexto em que a longevidade é cada vez mais valorizada, o objetivo é claro: “queremos viver mais, mas também queremos viver com mais qualidade de vida”. É nesse ponto de encontro entre ciência, comportamento e bem-estar que o Bettery LifeLab se quer afirmar — como um espaço onde o conhecimento não fica no papel, mas é testado, validado e transformado em soluções reais, com impacto direto na vida das pessoas.


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