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Além disso, 77% dos portugueses afirma que comprará serviços turísticos online igual ou mais do que no ano anterior, num cenário em que a Internet se consolida como o principal canal para planear e reservar viagens.
O setor turístico enfrenta um contexto de pressão sobre os preços, marcado pelo impacto da subida dos custos energéticos no transporte aéreo e na cadeia de valor do turismo, de acordo com dados referidos no II Estudo sobre “Consumo online em Portugal 2026”, da Webloyalty.
Em termos de gastos, 67% dos inquiridos indica que destinará até “500€” por viagem e por pessoa nas reservas online de serviços turísticos, enquanto 10% prevê gastar mais de “1.000€” por viagem e por pessoa.
A análise, citada em comunicado de imprensa, refere ainda diferenças regionais na utilização do digital para este tipo de compras, com maior incidência na R.A. Madeira (47%), R.A. Açores (41%) e Faro (41%). Globalmente, as viagens surgem como a quarta categoria mais comprada online pelos portugueses, atrás de moda, tecnologia e produtos de saúde e beleza.
Segundo o estudo, o alojamento é o serviço turístico mais reservado online (60%), seguido da compra de bilhetes e atividades (42%) e do transporte (41%), sendo que um em cada quatro portugueses opta por pacotes de férias.
“A Internet consolida-se como o canal preferido para planear e reservar férias, precisamente porque permite comparar preços em tempo real e aceder às melhores ofertas num momento em que cada euro conta mais do que nunca. De acordo com os dados do nosso estudo, as viagens posicionam-se como a quarta categoria mais adquirida online pelos portugueses, apenas atrás de moda e acessórios (66%), tecnologia (40%) e saúde e beleza (38%)”, afirma Eduardo Esparza, VP General Manager da Webloyalty Iberia & LATAM, citado na nota de imprensa.
O responsável acrescenta ainda que o aumento da consciência de poupança impulsiona soluções como cashback, referindo que “87% dos portugueses já conhece o conceito” e que “88% mostra interesse em plataformas que devolvam parte do valor das compras”.
A Webloyalty sublinha também que a atual conjuntura pressiona não só os consumidores, mas também as empresas do setor turístico, que enfrentam margens mais reduzidas e maior competitividade em preço.
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